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Envolvidos em processo de passaporte de Ronaldinho prometem 'contar a verdade' em caso no Paraguai

O advogado Gerardo Chamorro, que defende os gestores que conseguiram os documentos falsificados com os quais Ronaldinho e Assis entraram no Paraguai, disse que eles "contarão" tudo em depoimento marcado para as 12h (de Brasília) desta quinta-feira. A informação foi divulgada pelo jornal paraguaio ABC.

De acordo com o advogado, seus clientes foram enganados por funcionários do setor público.

"Eles não estão detidos. Eles têm muito medo, mas quando vieram até nós, os recomendamos que se apresentassem e dessem a declaração real, que contem a verdade. Vou ser precipitado, mas eles também foram enganados. Não vão se abster", afirmou Chamorro à rádio ABC Cardinal.

Ronaldinho e seu irmão Roberto Assis estão presos desde a última sexta-feira por terem entrado no país vizinho com passaporte adulterado. Na última quarta, ele - fez uma checagem completa, inclusive teste para coronavírus, que nesta quarta-feira foi classificado como pandemia mundial pela WHO (Organização Mundial da Saúde). Tudo veio negativo.

O astro - preso desde a última sexta-feira junto ao seu irmão, Roberto Assis, por ter entrado no país vizinho com passaporte adulterado - fez uma checagem completa, inclusive teste para coronavírus, que nesta quarta-feira foi classificado como pandemia mundial pela WHO (Organização Mundial da Saúde).

Tudo veio negativo.

Após ter uma terça-feira complicada na casa de detenção, devido à rejeição da possibilidade de prisão domiciliar, o melhor do mundo de 2005 e 2006 teve um dia melhor.

Até mesmo pode assistir ao jogaço da Champions League entre Liverpool e Atlético de Madrid, que terminou com classificação dos espanhóis em pleno Anfield.

O ex-jogador, aliás, segue sendo uma grande atração na cadeia.

Fotos que circulam na internet, por exemplo, mostram que diversos presos estão aproveitando a estadia ilustre para conseguir mimos que valem muito, com autógrafos do ex-craque.

Entre os objetos que Ronaldinho já assinou, estão uma camisa de treino do Flamengo, clube que o ex-meia defendeu de 2011 a 2012, e um boné.

De acordo com a Suprema Corte do Paraguai, os irmãos Assis podem ficar mais seis meses presos, até setembro.