Em entrevista ao jornal francês "L'Equipe", o presidente do Comitê Olímpico Internacional, Thomas Bach, falou sobre os transtornos do adiamento de Tóquio-2020 para o ano que vem.
"Cancelar os Jogos por força maior teria sido mais fácil para o COI e teríamos a receita de seguros. Mas estamos lá para organizar os Jogos, não par cancelá-los", disse Bach.
Por conta da pandemia do coronavírus, os Jogos foram adiados para julho do ano que vem. O custo dessa mudança por questões de contratos e logisticas é estimado em US$ 650 milhões, na casa dos R$ 3,5 bilhões.
"Temos de ver se podemos fazer melhorias no plano diretor, fazer esforços nos serviços que oferecemos aos participantes, no transporte. A crise mostrou que precisamos de mais solidariedade no esporte, mas também na sociedade. Espero que isso leve a uma melhor cooperação entre as Federações Internacionais e os principais organizadores de eventos", disse Bach.
