O São Paulo iniciou já na segunda-feira a busca por um novo treinador, depois de oficializar a demissão de Fernando Diniz. O perfil do profissional está definido e deverá cumprir três características principais, segundo apurou a ESPN Brasil, com Eduardo Affonso e André Plihal.
São duas as pessoas à frente desse processo. Muricy Ramalho, coordenador técnico tricolor, Carlos Belmonte, homem forte do futebol na gestão do presidente Julio Casares. Rui Costa, que será o substituto de Raí como diretor executivo, ainda não participa dessa escolha.
O momento ainda é de sondagens ao mercado, para entender as possibilidades e vontades dos profissionais de se encaixarem no projeto são-paulino. Neste momento, ao menos, nomes brasileiros estão descartados, com foco total em treinadores estrangeiros.
O São Paulo quer um técnico que tenha três B’s. Seja bom, barato e que trabalhe com a base. Isso porque, para a próxima temporada, a previsão é de pouco dinheiro à disposição.
A tendência é de contratações apenas pontuais, ainda assim, caso o clube consiga fazer uma boa venda e abrir mão de alguns nomes que tem custo elevado no atual elenco.
O novo treinador também terá que se adequar a algo que é praxe do São Paulo nos últimos anos: a política salarial para treinadores, considerada inferior à dos principais rivais brasileiros.
Entre nomes, o do português André Villas-Boas é um dos que está sobre a mesa, mas não o único. Ele agrada e já esteve próximo de treinar o clube no passado, depois de deixar o Chelsea. Nesta terça, ele anunciou seu pedido de demissão do Olympique de Marselha.
