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Cabelos - ou não - para todos os gostos: os penteados eternizados na Copa do Mundo de 1994

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Mauro Cezar: 'Romário seria titular até na seleção de 1982! E de alguma maneira iria jogar na de 1970' (1:57)

Jornalista da ESPN Brasil ainda disse o que poderia ter sido da seleção que ganhou o tetra em 1994 caso não tivesse o 'baixinho' (1:57)

O esperado tetra chegou para o Brasil na Copa do Mundo de 1994. Roberto Baggio ficou marcado pelo pênalti perdido, Bebeto e Romário brilharam, e a Era Dunga, sinônimo de fracasso, mudou a roda da história e, enfim, venceu. Foi, ainda, o fim da linha para Maradona em Mundiais.

Além disso, a Copa também trouxe um lado pop que permanece até hoje. Os uniformes usados nos EUA se tornaram icônicos, verdadeiras peças de colecionador - ou de museu - até hoje. E, claro, vieram os penteados.

"Cabelo, cabeleira, cabeluda, descabelada", dizia a música "Cabelo", na voz de Gal Costa, em 1990. Assim, a Copa de 1994 trouxe um vasto repertório para todos os gostos, rostos e estilos.

Cabelos cumpridos, bigodes, rabos de cavalo e barbas por fazer. Tem até ausência de cabelo também, por que não? Com o perdão do trocadilho, os penteados fizeram a cabeça de fãs por todo o planeta, não apenas nos ano 90, mas muitos perduram até hoje.

Veja, abaixo, alguns looks imortalizados na Copa do Mundo de 1994:

Alexi Lalas | EUA

Carlos Valderrama | Colômbia

Gabriel Batistuta | Argentina

Henrik Larsson | Suécia

Marcelo Balboa | EUA

Roberto Baggio | Itália

Tony Meola | EUA

Trifon Ivanov | Bulgária

Yordan Letchkov | Bulgária