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No Atlético de Madrid, assistente de Simeone define mentalidade: morrer com flecha no peito, não nas nádegas

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Juanfran explica filosofia de Simeone no Atlético de Madrid e exemplifica: 'Se pedisse para pular da ponte, a gente pulava' (0:41)

A versão completa do Bola da Vez com o lateral espanhol do São Paulo está disponível no WatchESPN. (0:41)

Todos sabem qual é a personalidade do Atlético de Madrid: uma equipe aguerrida, ‘raçuda’, que luta por cada bola e, mesmo sem investimento parecido, faz frente a Real Madrid e Barcelona.

O estilo dos colchoneros é a cara de seu treinador, o argentino Diego Simeone, e também de sua comissão técnica. Dela faz parte German Burgos, ex-goleiro e atual assistente técnico, que definiu bem a mentalidade do clube em uma publicação feita em suas redes sociais nesta terça-feira.

“Este é nosso primeiro dia de trabalho na semana em que vamos nos preparar para duas finais que teremos em breve: a Real Sociedad (4ª rodada de LaLiga) e a Juventus (no início da Champions League)”, escreveu o ‘braço direito’ de Simeone.

Na postagem, ele explica que a adaptação dos novos jogadores contratados pelo clube precisa acontecer primeiro em relação ao peso da camisa, que requer uma preparação mental antes da preparação física.

“Quer dizer, tomar cada partida como se fosse uma final. Nós preparamos finais! Não partidas! Quando o jogador entende essa mensagem diretamente, está muito mais próximo de conseguir os objetivos, mas é agora, para já”, explicou Burgos.

“E o primeiro que deve se instalar nas mentes deles e na de todos, em geral, é essa frase: ‘Prefiro morrer com uma flecha no peito do que com uma nas nádegas’. É preciso entregar a vida pelo companheiro e levá-lo ao êxito!”, definiu o assistente.

O mantra é curioso, mas não dá para negar que representa bem o ‘simeonismo’.