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A promessa feita por 'vilão' do vice da França na Copa do Mundo após 'fracasso' no PSG: 'Eles vão ver'

Randal Kolo Muani posa para foto oficial da Eurocopa Michael Regan - UEFA/UEFA via Getty Images

A França ficou a um gol de conquistar seu bicampeonato mundial de forma consecutiva no Qatar em dezembro de 2022, quando os Bleus tiveram a chance de ouro para virar a partida contra a Argentina.

Já nos acréscimos da prorrogação, Randal Kolo Muani ficou cara a cara com Emiliano Martínez, mas "Dibu" fez uma improvável defesa com o pé, impedindo o que fatalmente seria o gol do título francês.

Quase dois anos depois, o camisa 12 ainda convive com aquele lance. “Eu sempre serei o cara que perdeu a chance cara a cara na final da Copa do Mundo. Ficará marcado em minha vida. Até mesmo quando eu encerrar minha carreira, as pessoas ainda vão falar disso. Ainda estou mal por isso”, admitiu ele.

Naquela Copa do Mundo, Muani atuou em outros dois jogos e conseguiu balançar as redes uma vez, se tornando uma espécie de "curinga" do técnico Didier Deschamps.

Seu desempenho no Mundial, somado ao rendimento com a camisa do Eintracht Frankfurt, fez gigantes da Europa desejarem sua contratação. No final das contas, o PSG levou a melhor ao pagar 90 milhões de euros ao clube alemão.

Seu primeiro ano, porém, foi bastante decepcionante. Em 40 jogos, foram apenas nove gols marcados, o que fez o atacante receber críticas que colocaram sua qualidade em xeque.

Mas isso não é algo que incomoda Kolo Muani. Em entrevista à revista Onze Mondial, o camisa 12 da seleção prometeu que os críticos irão se arrepender de algumas falas.

“Eles vão ver, eles não perdem por esperar. Vou contar um segredo: um dia, as pessoas vão falar que 90 milhões de euros foi um bom preço por Randal Kolo Muani”, afirmou ele.

Com críticas ou não, o atacante segue tendo a confiança de Deschamps, sendo um dos reservas de confiança na seleção. Na fase de grupos da Eurocopa, o jogador de 25 anos foi utilizado em dois jogos. No mata-mata que começa nesta segunda-feira (1º), às 13h (de Brasília) contra a Bélgica, ele é mais uma das esperanças francesas na busca por sua redenção.