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'Mentor' de Tite, Ancelotti explica critério para definir cobradores de pênaltis no Real: 'Primeiro os mais experientes'

Real Madrid foi à final da Supercopa da Espanha após vencer o Valência, nos pênaltis, por 4 a 3


O multicampeão Real Madrid está em mais uma decisão. Na última quarta-feira (11), o time de Carlo Ancelotti venceu o Valência por 4 a 3, nos pênaltis, após empate por 1 a 1 no tempo normal, e aguarda o vencedor de Barcelona e Real Bétis, na outra semifinal, para saber quem enfrentará na decisão.

O duelo terá transmissão ao vivo pela ESPN no Star+ nesta quinta (12), a partir das 16h.

Logo após a classificação nos pênaltis, Carlo Ancelotti explicou a estratégia utilizada para definir os batedores. Para o italiano, o mais correto seria colocar os mais experientes no início e deixar os mais garotos para o final. Na partida contra o Valência, Vini Jr. cobraria o quinto pênalti, mas sequer precisou ir à marca da cal.

“A chave para os pênaltis? A experiência. Primeiro vão os atletas mais experientes. Os mais frios. Karim (Benzema). Toni Kroos, Modric, depois foi o Asensio, que tem um chute muito bom. E, por último, foi o Vinicius. Melhor que não tenha precisado cobrar”, finalizou Ancelotti.

As declarações de Ancelotti fizeram um antigo tema voltar à tona: a eliminação da seleção brasileira na Copa do Mundo para a Croácia, nos pênaltis. Então técnico do Brasil, Tite tem o italiano como seu ‘grande mentor’.

No entanto, o brasileiro utilizou uma outra estratégia em uma decisão na marca da cal. Na queda nas quartas de final do Mundial, o Brasil teve Rodrygo, do Real Madrid, como cobrador inicial. O garoto perdeu, assim como Marquinhos, do Paris Saint-Germain.

Um dos melhores cobradores de pênalti do mundo e craque da seleção brasileira, Neymar ficou responsável pelo último pênalti, mas sequer teve a possibilidade de cobrar, uma vez que os croatas venceram a disputa por 4 a 2.