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Lucas Moura lembra confusão entre São Paulo e Tigre na Sul-Americana de 2012 e provoca: 'Eles se c* de medo'

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Lucas Moura sonha com retorno ao São Paulo, mas evita criar 'falsas esperanças' ao torcedor tricolor; entenda (2:41)

'Sou muito competitivo e quero jogar em alto nível; quando eu voltar, darei minha vida (pelo São Paulo)', disse Lucas no Bola da Vez (2:41)

Atacante lembrou último jogo com a camisa do São Paulo, na final da Copa Sul-Americana de 2012


Lucas Moura lembrou nesta terça-feira (21), em entrevista ao podcast Denilson Show, a sua despedida do São Paulo. Hoje no Tottenham, o atacante deu adeus ao Morumbi em dezembro de 2012, na final da Copa Sul-Americana contra o Tigre.

O Tricolor confirmou o título com vitória por 2 a 0, mas a partida ficou marcada pela confusão entre os jogadores dos dois times, em campo, e depois entre argentinos e policiais militares, já a caminho do vestiário. O Tigre sequer voltou para o segundo tempo, o que fez a arbitragem decretar fim de jogo.

O ex-são-paulino garante não ter visto a confusão nos bastidores do Morumbi, mas deu sua opinião sincera sobre o caso e provocou o time argentino.

"O que aconteceu, falando um português bem claro, foi que eles se c*** de medo. Ficaram com medo e não quiseram voltar. 'Vamos tentar melar o jogo aqui, fazer alguma coisa para tentar anular'. Aí começou a confusão", afirmou Lucas.

"Eu não vi a confusão lá dentro. A confusão começou lá em cima ainda, que eu tava revoltado que o cara que me deu a cotovelada e o juiz não deu nada. Mostrei o algodão cheio de sangue, eles vieram pra cima e vieram meus companheiros me defender. Aí fui pro túnel e não vi mais nada. Fiquei sabendo depois só que teve quebra-pau lá, mas não vi mais nada. Na época era outro vestiário", disse o atacante.

Em campo, o São Paulo venceu por 2 a 0, gols do próprio Lucas, de canhota, e Osvaldo, por cavadinha sobre o arqueiro do Tigre. Se houvesse segundo tempo naquela final, Lucas Moura garante que o placar seria mais dilatado.

"Se volta, iam tomar mais 3 ou 4. A gente ficou esperando e nada. Fiquei preocupado porque eu não sabia do regulamento. Não sabia o que ia acontecer, fiquei com medo. Aí fui perguntar para o Rogério Ceni. Enrolaram, enrolaram e nada, aí o juizão apitou e o título é nosso".