Quem será o próximo craque da NBA? Muitos analistas já tem um nome: Zion Williamson.
O ala tem impressionado com seu desempenho no basquete universitário. LeBron James, Luka Doncic e Steph Curry deram muitos elogios ao jogador e não foram os únicos a reconhecerem o potencial de Zion.
Scottie Pippen, membro do Hall da Fama, chegou a colocá-lo como o melhor prospecto desde Michael Jordan, enfatizando que o ala poderia ser melhor do que LeBron James.
Será que ele é um jogador tão promissor? Veja a lista dos dez melhores prospectos a chegarem na NBA desde 2000.
Zion Williamson
O fenômeno de Zion Williamson surgiu antes mesmo de se tornar jogador de Duke. Vídeos do ala em partidas de ligas amadoras e de Ensino Médio começaram a viralizar nas redes sociais.
Com porte atlético fora do comum, o jogador de 2,03 metros e 129 kg impressiona com a combinação de velocidade e salto vertical. Mas, mesmo sendo um 'monstro' atleticamente, Zion gosta de enfatizar que é muito mais do que suas enterradas.
O conhecimento de basquete do jogador é impressionante e o coloca na disputa para um dos melhores prospectos da história, pelo menos, é o que alguns ex-jogadores pensam.
LeBron James
Mais do que um dos jogadores da história, o ala foi um dos melhores prospectos do milênio.
LeBron James se tornou um fenômeno no Ensino Médio e, quando estava no segundo ano do High School, suas partidas começaram a ser televisionadas para o país inteiro.
Com apenas 16 anos, ele parecia preparado para a NBA. O evidente domínio físico no garrafão, junto com uma boa visão de jogo e um alto aproveitamento nos arremessos fizeram com que ele fosse escolhido direto do Ensino Médio.
Sem passagem pelo basquete universitário, James foi escolhido Cleveland Cavaliers com a primeira escolha de 2003.
Greg Oden
Além de ser um dos melhores jogadores do College desde 2000, Greg Oden também pode ser considerado a maior decepção da NBA.
Dominando o garrafão, o pivô teve uma ótima temporada vestindo a camisa do Ohio State. Em 31 partidas, o jogador registrou 15.9 pontos e 9.8 rebotes por partida.
As suas performances fizeram com que o Portland Trail Blazers escolhesse o pivô na primeira escolha de 2007 - à frente 'apenas' de Kevin Durant.
Apesar disso, ele sofreu diversas lesões e não rendeu o esperado, jogando apenas três temporadas na NBA.
Kevin Durant
A segunda escolha do Draft de 2007 também foi um dos melhores prospectos que a NBA já viu.
Vindo da Universidade de Texas, Kevin Durant impressionou com sua combinação de tamanho e mobilidade. Com 2,08 metros, o ala mostrava um excelente controle de bola e aproveitamento dos arremessos, o que evidenciava o potencial que tinha para pontuar.
As médias do ala eram absurdas. Durant contribuiu com 25.8 pontos por partida e 11.8 rebotes, sem contar que defensivamente era muito ativo, com cerca de dois tocos e duas bolas roubadas por jogo.
Apesar disso, o jogador foi a segunda escolha do Draft de 2007, porque Portland preferiu escolher Greg Oden. No final, o Seattle SuperSonics agradeceu e ficou com o atleta.
John Wall
O armador com a melhor combinação de velocidade, tamanho e visão de jogo. Essa era a definição de John Wall quando era titular de Kentucky.
O jogador teve médias de 16.5 pontos e 6.5 assistências em 34 minutos. O mais impressionante era a energia que trazia em todas as jogadas, sendo extremamente intenso.
O time de Kentucky teve impacto na NBA, sendo que todos os jogadores do quinteto titular foram escolhidos na primeira rodada do Draft de 2010. O Washington Wizards optou por escolher Wall com a primeira escolha geral.
Andrew Wiggins
O canadense começou a impressionar os times da NBA quando ainda estava no High School, sendo que suas jogadas viralizavam nas redes sociais – assim como aconteceu com Zion Williamson.
No ano seguinte, o ala defendeu a Universidade de Kansas, onde teve médias de 17.1 pontos e 5.7 rebotes.
Com a primeira escolha do Draft de 2015, Wiggins foi escolhido pelo Cleveland Cavaliers e depois trocado para o Minnesota Timberwolves.
Anthony Davis
Com ótimo desempenho defensivo e uma capacidade de pontuar em qualquer lugar da quadra, Davis foi um dos melhores prospectos nos últimos anos.
Ele era o principal jogador do time de Kentucky, que venceu o título em 2012. O interessante é que, na final, o ala-pivô não conseguiu acertar um arremesso, mas teve uma das melhores performances defensivas na história do torneio.
O desempenho do jogador no College foi reconhecido pela seleção americana. Antes mesmo de jogar na NBA, Davis chamado para compor o elenco que ganharia a medalha olímpica de ouro em Londres.
Com primeira escolha de 2012, O New Orleans Hornets (atual Pelicans) escolheu o jogador.
Ben Simmons
O maior questionamento ao redor de Ben Simmons era: “em qual posição ele joga?”.
Tirando isso, o jogador se mostrava preparado para a NBA, sendo necessário apenas melhorar o arremesso de 3 pontos.
Com uma ótima visão de jogo e forte no garrafão, o jogador de 2,06 metros jogava como ala-pivô em LSU. Simmons era um dos líderes de pontos e rebotes do campeonato universitário, mas não conseguiu levar a faculdade ao March Madness.
O australiano era comparado a Magic Jonhson, dando assistências que lembravam o antigo jogador dos Lakers.
O Philadelphia 76ers escolheu ele na primeira escolha do Draft de 2016, apostando que ele se tornaria o futuro armador do time.
Carmelo Anthony
O ala chegou à NBA como um vencedor. Carmelo Anthony carregou a surpresa do March Madness, a faculdade de Syracuse, ao título em 2003.
Com ótimo desempenho ofensivo e uma performance energética na defesa, Carmelo Anthony era cotado para ser a primeira escolha no Draft, que também possuía LeBron James.
As estatísticas de Melo eram muito boas. O jogador contribuía com 22.2 pontos por partida em Syracuse e também era o principal arma no garrafão, pegando 10 rebotes por jogo.
Apesar disso, o ala foi para o Denver Nuggets, sendo a terceira escolha geral do Draft de 2003, porque o Detroit Pistons preferiu pegar Darko Milic.
Dwight Howard
O pivô foi a última primeira escolha do draft da NBA a sair diretamente do Ensino Médio.
Dwight Howard tinha um físico impressionante, o que permitia a ele proteger o garrafão com tranquilidade, atacar o rebote ofensivo e, obviamente, conseguir suas enterradas.
O Orlando Magic não perdeu a oportunidade em 2004. Howard foi escolhido e a expectativa era que ele pudesse dominar o garrafão assim como outro pivô da época: Shaquille O'Neal.
