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NBA: Lakers de LeBron, Nets de Durant e Kyrie e os 10 times que você precisa assistir na nova temporada

Temporada regular da NBA começa no dia 18 de outubro; veja pela ESPN no Star+


O comentarista de NBA da ESPN Zach Lowe analisou todas as equipes e montou uma lista com os times que valem mais a pena de serem assistidos nesta nova temporada!

Para criar esta lista, foram levadas em conta algumas questões: se a equipe é popular e/ou se há potencial para coisas incríveis acontecerem; o estilo de jogo; beleza e algum drama envolvendo as equipes.

Esta lista não é um ranking de forças, e sim uma forma de ajudar a todos a não desperdiçar tempo e aproveitar o melhor da NBA... e aqui estão as 10 melhores!

10 - Dallas Mavericks

Olhe esse ladrão de almas:

Este é um sorriso de quem sabe que possui você. O ataque dos Mavs é unidimensional: Luka tem a posse de bola e escolhe com quem vai jogar cada jogada, mas essa dimensão contém variadas maneiras de ser aproveitada. O típico corta-luz espaçado que pareia com o condutor da bola e que pode atacar o garrafão: Doncic pode fazer tudo isso, com qualquer um dos gigantes de Dallas. Ele pode também fazer todos os passes que quiser de olhos vendados.

O tamanho de Doncic e seu conforto no meio do garrafão abrem uma série de possibilidades para pontuar. Esta zona normalmente é perigosa para outros armadores. Mas o esloveno é extremamente eficiente contra defensores menores no corta-luz. Ele troca, os coloca no poste baixo com crueldade e isso foi mostrado no sádico prazer que teve ao brutalizar Patrick Beverley nos playoffs de 2021. Mande ajuda e ele o fará pagar soltando um passe para um companheiro livre.

Mesmo contra defensores do mesmo tamanho e coberturas tradicionais na defesa, Doncic é um gênio que faz leitura sempre à frente dos adversários. Seu stepback espaçado na linha de 3 pontos é impossível de ser bloqueado, e ele acerta 50% dos arremessos. Além disso, tem 73% de aproveitamento próximo do aro.

Todas estas ameaças mostram como Doncic é um jogador de impacto geracional. Ele entende o que fazer com o pivô, como fingir passe e até girar contra a defesa para que consiga pontuar e, ao mesmo tempo, quando dar o passe para fazer a rotação defensiva se perder. Na temporada passada ele começou a dar passes por cima da cabeça quando fazia o corta-luz. É bom Maxi Kleber e Christian Wood estarem prontos.

Esta para mim é a parte mais importante da arte dos Mavs em anos:

Estes desenhos nesta cor azul escura quase cinza em contraste com o branco da quadra.

Josh Green vai pontuar mais? A equipe conseguirá se manter entre as 10 melhores defesas da NBA? Quantas violações o banco dos Mavs vai cometer com toda sua energia que ultrapassa o limite da liga?

9 - Los Angeles Lakers

Os Lakers estavam na segunda posição na temporada passada, levados pela curiosidade do espaço em que Russell Westbrook teria na equipe. Acontece que o interesse foi maior do que a própria experiência.

Eles jogaram com muita rapidez, mas eram chatos, desorganizados, sem espírito e sem identidade própria. LeBron James se mantém como melhor jogador do time, estrategista, mas há alguma razão para suspeitar que esta temporada será diferente.

Darvim Ham, novo técnico da equipe, disse esta semana que pensa em começar com Anthony Davis na posição de pivô e que isso daria outra cara aos Lakers. Você não consegue colocar Westbrook, LeBron, Davis e outro pivô, mesmo que tenha um arremesso bom em quadra como Thomas Bryant e Damian Jones. Por sinal, prestem atenção na habilidade de passe de Jones.

Os Lakers estão na 8ª posição por causa da arte, os grandes jogadores e a categoria comédia: Beverley e Westbrook são realmente amigos? Sério mesmo? Ou a tensão latente uma hora vai explodir? A comédia começa a ser um costume, e chegamos a este ponto quando na temporada passada, contra o Sacramento Kings, cada vez que Westbrook errava os torcedores gritavam “frio como gelo!”.

LeBron vai ficar triste quando bater o recorde de pontos na história da NBA se os Lakers estiverem mal? Ele atingiu um estado de repulsa um pouco antes da trade deadline em 2018, quando entendeu que os Cavs não teriam mais time para brigar pelo título. Foi bizarramente entediante.

Uma coisa positiva da equipe são estas camisetas brancas que serão retomadas. São réplicas da primeira partida na história dos Lakers na liga. Elas têm até laços de cinto falsos! Este azul claro é bem vindo também.

8 - Minnesota Timberwolves

Os Wolves foram a equipe com mais velocidade e a segunda em eficiência na pontuação depois de janeiro na temporada passada. Eles têm a jovem estrela Anthony Edwards, que rapidamente se tornará um pontuador de 3 pontos, assim que sua confiança estiver em dia com seus movimentos.

Edwards quer dar enterradas e levar as pessoas ao esquecimento. Quanto maior, melhor. Ele voa até a cesta enquanto pensa que pode enterrar, fazendo com que consiga desintegrar quem está em baixo.

Um dos pensadores mais afiados em termos ofensivos, Chris Finch, precisará entender como unir Karl-Anthony Towns e Rudy Gobert em uma dupla de pivôs que precisa dar certo, porque os Wolves trocaram tudo pelo ex-jogador do Utah Jazz.

Finch dará criatividade na defesa também. Em algumas partidas, os Wolves podem fazer movimentos diferentes colocando Towns na posição de pivô e utilizando Gobert na sobra, como um bloqueador que se movimenta pela quadra de olho na melhor oportunidade. Podemos ver alguns ajustes defensivos, o que muda o ritmo e surpreende o ataque adversário.

Kyle Anderson tornou sua lentidão uma ameaça: os defensores travam enquanto ele alonga seus movimentos, permitindo que passe por eles. Ele ainda consegue alguns roubos de bola extremamente limpos. Jaden McDaniels é um fator de surpresa e que pode dar outro panorama no ritmo da equipe. Jaylen Nowell aparece com uma postura de pistoleiro. Como D’Angelo Russell responderá a Finch se for para o banco de Jordan McLaughlin nos momentos decisivos de novo?

Os Wolves trouxeram sua o preto com neon na nova camiseta:

Parabéns por estender as linhas mais baixas do “M” e do “V”.

Aliás, a média de Towns em 11 jogos na pós-temporada é 19 pontos, 12 rebotes, 2 assistências e (pasmem) 3,5 erros, além de muitas e muitas faltas bobas. Ele teve três partidas com apenas um dígito de pontuação, além de um jogo patético no play-in na temporada passada. Chegou a hora.

7 - Milwaukee Bucks

Giannis Antetokounmpo é único. Ele evolui a cada temporada, com mais chutes em movimento perto da cesta, mais bloqueios no corta-luz, além de passar bem a bola. Ele consegue momentos brilhantes com um basquete de violência e agressividade. Antetokounmpo cresce sob a cesta, com pouco espaço, e consegue enterrar na cabeça de alguém. Talvez o ato mais rude no esporte.

Eu adoro seu recente discurso sobre a importância da vontade além da habilidade. Houve um momento que fazia sentido comparar Antetokounmpo e Ben Simmons: grandes, condutores de bola extremamente rápidos e com impacto físico. O que mais Simmons teria conquistado se os 76ers tivessem cercado ele de arremessadores, como foi feito com Giannis?

Mesmo cinco anos atrás, antes de se sedimentar entre os cinco melhores da NBA, a comparação era falha. Antetokounmpo era maior, mais rápido e muito melhor. Além de tudo isso, ele era mais forte. Enquanto Simmons tinha problemas perto da cesta, parecendo uma fobia, Giannis continuava: chamava o contato, arriscava e improvisava. Isso é vontade.

Os Bucks são uma máquina de contra-ataque, seja passando, seja conduzindo. Enquanto isso seu ataque cinco contra cinco terminou em último na categoria pontos por posse nos playoffs. Mesmo com Khris Middleton fora, isso é algo alarmante. Suspeito que os Bucks passarão a temporada regular tentando fazer com que as trocas defensivas não ocorram e experimentando outros tipos de defesa, que diminuam a quantidade de arremessos de 3 pontos.

Quem dará o próximo passo para ser o cara de confiança ao lado de Jrue Holiday, Middleton e Antetokounmpo? George Hill, Jevon Carter, Joe Ingles, Jordan Nwora e Serge Ibaka? Se a resposta for ninguém, os Bucks enfrentarão vários problemas com o elenco. O quanto veremos de Giannis na posição de pivô?

6 - Boston Celtics

As estrelas dos Celtics apresentam diferentes características, mas nem sempre são sintetizadas no ataque. Na defesa... caramba. Eles são gigantescos, quero dizer, brilhantes: um campo de força. Marcus Smart e Blake Griffin ainda irão disputar quem vai conseguir sofrer mais faltas ofensivas, certo?

Eles são extremamente minuciosos. Os Celtics estão em um lugar que eles podem trocar o pivô Robert Williams III com os alas e deixá-lo como um safety de futebol americano, na sobra esperando para dar o toco na hora certa.

Ele não apenas consegue bloquear os chutes: ele faz o rival desaparecer. Ele consegue até antecipar alguns momentos e dar tocos em que bola mal saiu do arremessador. Em outras, ele explode a bola contra a tabela, mostrando uma força que causa um tremendo impacto. Do meio de janeiro em diante, Boston permitiu 105,4 pontos em 100 posses de bola, quatro pontos de diferença para o segundo colocado na liga.

Os Celtics se tornaram uma das melhores defesas da história, mesmo que os oponentes tentassem explorar seu esquema de jogo, fazendo Williams III sair do garrafão no corta-luz. É esperado que essa movimentação se mantenha nessa temporada, só que as equipes chegarão com muito mais estudo sobre os Celtics.

O ritmo também foi achado no ataque. Jayson Tatum, Jaylen Brown e Smart conseguem cooperar bem juntos, forçando trocas que favorecem Tatum e Brown. A sutileza de Tatum e a força de Brown são um ótimo contraste. Derrick White adiciona uma pitada de decisões rápidas e extremamente inteligentes, tal como um ex-jogador dos Spurs.

O uniforme de Boston talvez seja o mais lindo dos esportes e eles ainda melhoraram a histórica quadra ao remover as linhas centrais, deixando apenas o logo da equipe:

O tributo a Bill Russell, com o número 6, é extremamente compreensível e nobre.

Boston encara uma pressão das expectativas que se tem da equipe, vista como uma das favoritas para o título desta temporada. Porém, estão sob os holofotes com um técnico (Joe Mazzulla) que encara outras circunstâncias não tão boas. O que Mazzulla fará sobre isso? Como os jogadores responderão?

5 - New Orleans Pelicans

Você deve estar bem e atento para chegar até aqui. Eu não quero saber se esses caras vão chutar alguma bola de 3 pontos. Eu só quero ver Zion Williamson infiltrando, vê-lo voando depois de ir forte no contato com o físico de um linebacker de futebol americano. Ele sai da linha de três pontos e vai até o aro tão rápido quanto o flash de uma câmera, e faz isso de qualquer maneira: corta-luz como condutor da bola ou bloqueio; no poste baixo, fazendo vítimas como Shaquille O’Neal fazia ou girando como James Worthy; e com contra-ataques que você sente a velocidade de um dos times mais rápidos.

O elenco não é feito para isso, mas Willie Green, por favor, nos dê Williamson no pivô. Ele é o jogador que consegue pular mais rápido várias vezes em um tempo curto. Esqueça quem protege o garrafão contra Valanciunas e Zion. Os coloquem no hospital ou já na banheira de gelo. Os esqueça.

CJ McCollum pode colocar qualquer defensor no chão. Ele tem dribles complexos, hesita, faz crossover, stepback, com naturalidade. Pode também dar chutes flutuantes com as duas mãos. O arremesso de média distância de Brandon Ingram é simples, mas muito efetivo.

Larry Lance Jr. consegue fazer bloqueios e ir direto ao aro com tranquilidade, além de jogar um pouco como pivô. Os longos braços de Herbert Jones dão conta de colocar a bola direto no aro, fora todo um complemento defensivo.

Jose Alvardo é uma peça e tanto com seu jogo ágil que rouba posses de bola sem ninguém perceber. Ele consegue ainda entrar na cabeça dos adversários sem nem estar em quadra. Os Pelicans parecem no ponto de mostrar algo artisticamente belo.

4 - Denver Nuggets

Nikola Jokic talvez seja o passador mais criativo da história do basquete e é com certeza o maior entre os grandes. Ele faz passes que todo mundo tem medo de tentar, como os no meio do garrafão para quem se movimenta infiltrando, numa janela minúscula.

Jokic imagina passes que ninguém mais vê e faz. Ele está em uma forma melhor, além de ter dar boas enterradas e giros como um tufão no poste baixo. Na temporada regular, vão descobrir como criar um esquema defensivo para parar o pivôzão. Esta talvez seja a maior temporada para os Nuggets: eles precisam de tudo para chegarem ao topo na pós-temporada.

O pivô esloveno terá seu parceiro de corta-luz, Jamal Murray. O papel de armador junto a Jokic vem sendo subjulgado. Ele é um ágil e ótimo arremessador enquanto conduz a bola, além de dar passes certos para facilitar a vida de Jokic.

Além disso, eles têm o melhor e mais variado entrosamento nos passes rápidos do tipo 1-2, toco y me voy, e ainda misturam isso com o corta-luz. É só um ponto da incrível química que eles têm. Em termos de escolhas de arremesso, Denver vai além dos chutes de 3 pontos, enterradas e apenas corta-luz.

Michael Porter Jr. talvez seja o fator determinante para o próximo passo da equipe. Ele aceitará o posto de terceiro principal jogador da equipe? Kentavious Caldwell-Pope parece chegar para a titularidade. Bruce Brown é certo que vem do banco e consegue trazer uma flexibilidade para os minutos cruciais. Eventualmente Jeff Green vai colocar alguém no poster.

Está preocupado com a ofensividade do banco do Denver? O armador Bones Hyland não está.

3 - Memphis Grizzlies

Ja Morant é o atleta que todos querem ver. Ele é um feroz infiltrador, além de tentar enterradas nos outros jogadores. Às vezes pula até mais do que os defensores, como o lance mais destacado da temporada passada sob Malik Beasley.

Morant impôs seu ritmo desde o primeiro dia que chegou à equipe. Não há nada de falso no jeito marrento que o Memphis joga. Eles não se consideram Davi contra Golias. Provocar LeBron não é um problema para eles. A equipe acredita que é o próprio Golias.

Morant acumula pontos, domina a bola e vai atrás do sublime. Além disso, traz os colegas de equipe com ele, os ajudando e ainda criando posições de chute. Morant é ágil na infiltração e ainda consegue pegar passes em todas as alturas possíveis. Ele sabe o tempo de acelerar e diminuir sua velocidade, principalmente para achar espaços.

Memphis defende com agressividade. Dillon Brooks está sempre colado na marcação e tira a bola de quem quiser. Memphis força várias perdas de posse e joga com rapidez na defesa também. Por isso, cuidado com o contra-ataque e uma ponte-aérea só para dar mais gás à equipe.

Desmond Bane tenta chegar à precisão de Ray Allen. Steven Adams é o homem que carrega Tony Bradley. Os mais jovens da equipe têm chances de chegarem juntos com Jaren Jackson Jr., dando outro tom ao time. Além disso, eles mudaram a quadra:

Eliminaram as linhas pratas e azuis para colocar estas azuis e pretas fora da quadra. Não irei mais me confundir.

2 - Golden State Warriors

Os Warriors estão próximos de retomar o posto de primeiro, depois de Draymond Green dar um tom dramático para o começo da temporada. O soco de Green talvez tenha acontecido apenas por um homem com problemas pessoais que enfrentava muita coisa naquele momento e não soube se controlar das provocações que ouviu. Por causa do vídeo, tudo ficou extremamente mais profundo, sim, mas ninguém iria prever que isso poderia acontecer.

Em seu último ano de contrato, Green talvez tenha assinado sua saída da equipe. Jordan Poole é chave para estender a dinastia da equipe, que durará mais do que a carreira de Green na NBA nos próximos anos, e assinou por 4 anos e U$ 140 milhões (perto de R$ 745 milhões na cotação atual). Há 10 anos, Green foi uma surpresa no Draft que teve como sua principal força as provocações sobre os mais velhos, desafiando-os, recusando-se a mostrar diferença. É assim que Poole se relaciona com Green agora.

Para ganhar um título, não pode haver falhas. Haverá tensões sobre o que aconteceu. Como isso vai se manifestar? Como isso irá acabar?

A grande tragédia de tudo isso é que Green, Klay Thompson e Stephen Curry deveriam acabar sua carreira juntos, mas a realidade dos contratos e as relações não irão permitir que isso aconteça, mesmo sendo o certo. O que eles compartilham é a razão pela qual gostamos de esporte: um entendimento entre um e outro, compartilhando tendências, forças e conhecendo as falhas para que um possa ajudar o outro em quadra. Em qualquer simples ação entre eles há uma série de leituras em cada momento que eles escolhem a sincronia, o passo e a conexão que será feita.

É um vínculo com laços e nós que você não consegue formar se não com uma série de repetições e experiências conjuntas em um nível alto como esse. E ainda é lindo de assistir.

Andre Iguodala é parte desta construção também e ainda tem outra chance de continuar esse conto. Há vários jovens ali na rotação que podem decidir para onde o Golden State irá. Jonathan Kuminga pode aparecer neste momento, sem que a gente entenda tudo isso.

Golden State é top 5 no quesito arte. Curry, Green e Klay usarão o 'C' de capitão nos uniformes retrô, algo raro na NBA.

Os Warriors vão com um amarelo brilhante e azul. É uma mudança agradável que lembra o esquema de cores da Universidade da Califórnia.

1 - Brooklyn Nets

Simplesmente os Nets novamente no topo da lista. Esse time pode entrar em colapso em 30 jogos e levar a era Durant-Irving para o ralo. Irving pode achar outras razões para ser um jogador de basquete que não joga basquete. Ben Simmons pode ceder às pressões que falam dele em não querer contato, ser foco de faltas ou ainda disputar com Nic Claxton quem acerta menos lances livres. Tudo isso pode levar Durant a fazer outro pedido para ser trocado, que a este ponto vai levar os Nets para o buraco.

Esse é o pior cenário que pode acontecer. Mas o mais possível é que os Nets sejam uma equipe que chegue nos playoffs, mas não sejam tão fortes ao ponto de irem longe.

Tal como um filme, sempre há um drama. Simmons não joga um jogo há 16 meses e há motivo para isso. Neste cenário em que a funcionalidade está em xeque, Irving e Durant também estão presentes para fazer a roda funcionar.

Fale o que quiser de Irving, mas ele é um mágico conduzindo a bola, com extremo talento, agilidade, chutes flutuantes e bandejas acrobáticas. Seus chutes pertos do aro com a mão esquerda são extremamente incríveis. Duas temporadas atrás, quando os Nets eram quase funcionais, Irving era o atleta que liderava o ritmo da equipe.

Durant já faz parte dos maiores jogadores que já jogaram basquete e talvez o mais habilidoso na parte ofensiva que este jogo já viu. Ele é elite em todas as categorias do ataque. Ele consegue assumir qualquer função, em qualquer momento. Mesmo quando Durant está enfurecido, pode não ter classe, mas tem a beleza do basquete de rua nele. O que realmente é brilhante é que ele tem total domínio em todos os lugares da quadra.

E este é o ponto de estarem aqui. Há um drama gigantesco em torno do time, mas tudo isso pode funcionar. Eles podem ser felizes e fazer uma ótima temporada. Eles podem ser invencíveis no ataque, com Simmons fazendo o que Draymond Green faz, permitindo que todos ao seu lado consigam bons arremessos. Eles precisarão tomar riscos e inovar na defesa, que é com o tempo que vão entender suas forças e falhas.

A quadra ainda trará uma arte da antiga era da equipe antes da NBA.

São diferentes áreas pintadas de azul e vermelho que se misturam. O nome em vermelho com estrelas brancas no centro também dá outro tom neste modelo alternativo.

Admita: você está louco para ver este time jogar.