<
>

OPINIÃO - Renato Gaúcho, desta vez, tem toda razão: Brasil agora busca centroavante na Argentina

"A gente precisa de um grande centroavante. Sim, isso todo mundo sabe. Cadê o cara, cadê esse jogador? Até a seleção brasileira tem esse problema, o Grêmio não vai ter? Nós encontramos esse jogador, eu falei com o jogador, mas o clube não libera. Não adianta trazer Zezinho, Joãozinho, só para falar que trouxe".

Renato Gaúcho acertou na mosca ao apontar a falta de centroavantes no mercado.

Basta ver o que acontece nos principais clubes do país.

Mais da metade deles apostam em estrangeiros para a posição, basicamente sul-americanos, sendo que a maioria são argentinos.

O Fluminense tem o melhor deles (e também o melhor jogador da posição no futebol brasileiro): Cano.

No Vasco, Vegetti, aos 35 anos, é o centroavante.

Calleri, além de centroavante do São Paulo, é o maior ídolo do clube.

Lucero se destaque no Fortaleza. Furch nem tanto no Santos.

O Cruzeiro acaba de trazer Dinenno, que já estreou marcando gols.

No Palmeiras, com Endrick de saída, Flaco López deve ter mais chances.

O Internacional tem agora um atacante argentino: Alario. Mas o clube gaúcho também tem colombiano, Borré, e equatoriano para a posição: Valencia.

Em Curitiba, o Athetlco-PR vai agora com o uruguaio Mastriani como centroavante.

O Bahia está perto de trazer o colombiano Estupiñán para a posição.

Renato Gaúcho acabou de perder o maior centroavante estrangeiro que já jogou no futebol brasileiro.

Deve ser duro perder Luis Suárez e perceber a terra arrasada que é o Brasil hoje em matéria de centroavantes.