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Presidente de honra do Bayern detona chefão do PSG e sobra até para o City: 'Dinheiro de m...'

Uli Hoeness fez duríssimas críticas ao dinheiro do mundo árabe que sustenta dois dos mais importantes times europeus do momento: PSG, da França, e Manchester City, da Inglaterra


Falando ao podcast "11 Leben - Die Welt von Uli Hoeneß", o presidente de honra do Bayern de Munique, Uli Hoeness, fez duríssimas críticas ao dinheiro do mundo árabe que sustenta dois dos mais importantes times europeus do momento: PSG, da França, e Manchester City, da Inglaterra.

A primeira rajada do alemão, que foi ídolo da equipe bávara nos tempos de jogador e depois presidente do time por longo período, foi contra o atual mandatário do Paris, Nasser Al-Khelaifi.

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"Seu dinheiro de m*** não importa, isso não é suficiente. Se Al-Khelaifi é o novo Hoeness? Não, não acredito. Nem sei se ele gosta de futebol", disparou.

"A diferença entre ele e eu? Eu trabalhei duro para ganhar dinheiro para o meu clube, e ele recebeu como um presente", seguiu.

"Eles colocam todo o dinheiro à disposição dele, então ele não precisa trabalhar para isso. Quando quiser um jogador, é só ir pedir pra o sheik", ironizou.

Hoeness seguiu atacando o PSG e disse que uma das maiores alegrias de sua vida foi a vitória do Bayern sobre os franceses na final da Champions League 2019/20, o que manteve o Paris sem o título mais cobiçado da Europa.

"Fico muito feliz cada vez que lembro desse jogo. Fico estimulado ao saber que, apesar do dinheiro exorbitante que possui, o PSG nunca ganhou nada fora da França, assim como o City nunca ganhou nada fora da Inglaterra. Nada de nada!", exclamou.

Por fim, o ex-presidente do Bayern explicou a diferença no trato do dinheiro da equipe alemã em relação aos ricaços City e PSG.

"Nós não rasgamos dinheiro em um ano para que todos batam palmas para a gente no final da temporada e no ano seguinte a gente não ganhe nada. Quando são tomadas decisões, você tem que assegurar estabilidade por três ou quatro anos, e não que tudo quebre de repente", argumentou.