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Dúvida no Atlético-MG, Diego Costa já fez polêmico tratamento da 'placenta de égua' antes de final da Champions: 'A dor era tão grande que eu não sentia dor'

Depois de sofrer uma lesão muscular na coxa esquerda, justamente na primeira partida contra o Palmeiras, no Allianz Parque, Diego Costa virou dúvida no Atlético-MG para o jogo de volta, nesta terça-feira (28), no Mineirão, pela semifinal da Conmebol Libertadores.

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Situação parecida com a que viveu quando atuava pelo Atlético de Madrid, em 2014. Na ocasião, o atacante sofreu uma lesão parecida, também na coxa, e tentou de tudo para estar em campo na final da Champions League contra o Real Madrid

Durante sua participação no programa Resenha, da ESPN Brasil, exibido em abril de 2020, o jogador relembrou o doloroso tratamento com placenta de água que se submeteu para tentar se recuperar a tempo da decisão.

‘’Falaram muita coisa sobre a placenta de égua, que era mentira. Esse tratamento foi verdadeiro, enquanto me aplicavam as descargas elétricas na perna o médico fumou dois cigarros. Foi difícil e muito doloroso. A dor era tão grande que eu não sentia dor e começava a correr. Foram duas horas de sessões antes de voltar ao hotel. Para mim, naquela época, não havia mais nada para além da final da Liga dos Campeões. Não pensei em mais nada. Nem no Mundial nem na época seguinte, só no jogo de Lisboa. Eu trocaria tudo'', contou Diego Costa.

Na época, o polêmico tratamento não deu certo. Ele até começou entre os titulares, mas voltou a sentir e teve que ser substituído por Adrián López logo aos 9 minutos de jogo. O time colchonero acabou derrotado por 4 a 1 pelos merengues e ficou com o vice.

‘’Foi um dos momentos mais tristes da minha carreira. Antes de entrar em campo dei um salto e notei logo uma cãibra. Não queria acreditar. E a vergonha? Tentei aguentar, mas não consegui continuar e antes dos 10 minutos tive de sair. Preferia não ter jogado para dar o meu lugar a outro colega com condições de jogar’’, lembrou o atleta.