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Barcelona: após Emerson Royal, Pjanic faz forte desabafo e detona Koeman: 'Me faltou com respeito'

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Ansu Fati, de 18 anos, herda camisa 10 de Messi no Barcelona (0:15)

Jogador mais jovem a marcar com a camisa do Barcelona, com apenas 16 anos, Fati assumirá um 'fardo pesado' no clube, principalmente pelo simbolismo em torno da ruptura causada na saída inesperada de Messi, que agora defende o PSG. (0:15)

Os últimos dias do mercado de transferências europeu foi agitado para o Barcelona. Além de chegadas e partidas, algumas declarações que agitaram a imprensa espanhola e os bastidores do clube blaugrana.

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Depois do brasileiro Emerson Royal fazer forte desabafo após rumar ao Tottenham, foi a vez de Pjanic abrir o jogo. O bósnio, em entrevista ao Marca, que partiu para o Besiktas, detonou o técnico Ronald Koeman.

"O treinador sim (faltou com respeito). Sou um jogador que pode aceitar tudo, mas gostaria sempre de ouvir as coisas cara a cara. Não como se nada tivesse acontecido e eu tivesse 15 anos. Lutei até o fim, fui profissional, sempre trabalhando para estar bem, também para eles, para que se preparem bem para os jogos. Eu sabia que se o treinador ficasse lá, ele teria que encontrar uma solução", começou por afirmar.

"Era eu que ia perguntar o que ele queria de mim, desta posição, o que estou fazendo de errado ou bom saber, para me adaptar mais rápido dentro da equipe, para ser útil. Em uma temporada, no fim das contas, você precisa 17-18 jogadores para ganhar títulos. Mas para ele não houve problemas no meu jogo, ele não me deu respostas".

"O tempo passou, a situação foi piorando, mas sem motivo. Como eu disse, estava me comportando bem, muito profissional. É uma coisa muito difícil de entender. Havia tantas pessoas lá dentro que nenhuma delas entendeu o que estava acontecendo. Foi assim, ok. Essa oportunidade (Besiktas) apareceu, eu queria ouvir. Quero jogar, tenho certeza da minha qualidade, sei muito bem o que posso contribuir para uma equipe, mas é claro que você precisa de confiança, de diálogo, de ouvir as coisas na sua cara, nunca me contaram. Eu teria preferido ouvir as coisas diretamente, mas é assim que as coisas são".

"Tem sido uma forma muito estranha de comunicar, é a primeira vez que experimento isso. Nunca tive problemas em nenhuma equipe, com nenhum treinador, acho que tenho um relacionamento muito bom com todos os treinadores ... Não sei o que aconteceu. Sinceramente, não sei o que aconteceu. Não queria responsabilidade, não queria confronto, porque certamente não sabia como administrar isso".

"Ele, o técnico, o mais grave, acho que é uma falta de respeito com o grupo, foi isso. Quem não joga depois dos jogos faz um treino forte, bem, enquanto os titulares se recuperam para o jogo seguinte. Para quem não joga, o grave para mim é que este treinador nunca esteve lá para ver a atitude dos jogadores de futebol que não jogam. Esta é a primeira vez que vejo isso. Como um jogador pode se motivar ou dizer 'Estou aqui'? Como posso mudar as coisas se ele não vem ver como eu treino ou que atitude tenho?", finalizou.