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São Paulo: Muricy Ramalho explica negociações por Benítez e Gabriel Neves e brinca sobre volta de Calleri

Um dia após o diretor Carlos Belmonte falar de assuntos relacionados ao mercado do São Paulo, foi a vez de Muricy Ramalho também comentar nomes que estão na mira do Tricolor para a temporada 2021.

Em entrevista ao canal "Arnaldo e Tironi", dos jornalistas Arnaldo Ribeiro e Eduardo Tironi, o coordenador de futebol do São Paulo falou das negociações com o volante Gabriel Neves, do Nacional, e o meia Martin Benítez, do Vasco.

De acordo com Muricy, o que pega sobre a chegada do jogador uruguaio é a questão financeira, já que a situação do São Paulo é grave. Sobre Benítez, o ex-técnico confirmou que o meia tem em mãos uma proposta do time paulista e agora o avanço da negociação depende dele.

"São jogadores que o Crespo pediu. Crespo quer volante que saiba jogar, não só volante marcador, e o Neves é um desses caras. Não é fácil, porque a parte financeira sempre está no caminho. Benítez igual, está com pendência no Vasco. O problema está mais para o Benitez".

"Tem proposta, tem acordo, mas está na mão dele, que tem contrato até junho com o Vasco. Está pedindo liberação. São jogadores que a gente discute", disse Muricy.

O São Paulo já contratou três reforços para a temporada: o lateral-direito Orejuela, o zagueiro Miranda e o atacante Bruno Rodrigues. Além de Gabriel Neves e Benítez, o clube deseja um camisa 9 para disputar posição com Pablo e Luciano, a dupla titular.

Muricy falou em Santos Borré, jogador do River Plate que também interessa ao Palmeiras, e brincou sobre um dos nomes mais pedidos pela torcida nos últimos anos: Jonathan Calleri, argentino que defendeu o Tricolor em 2016 e hoje está no Osasuna.

"Eu também gostei do jogo dele, porque acho um jogador interessante, mas é o seguinte: na hora do preço, não dá para competir, não. É difícil demais o que eles pedem pelo Calleri. Mas claro que é um jogador interessante", brincou o cartola.

"O Borré é um jogador que todo mundo quer, mas é outro que vai esbarrar na parte financeira. Nós queremos, mas quando vai falar de dinheiro é complicado. A gente está conversando, mas é difícil".