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Palmeiras x River: Renata Ruel analisa todos os lances polêmicos e decreta 100% de acerto do VAR na Libertadores

Um duelo de tirar o fôlego e recheado de polêmicas até o último minuto. Foi assim que o Palmeiras se classificou para a final da Conmebol Libertadores, mas precisou contar com o uso do VAR em três lances no segundo tempo da derrota para o River Plate.

O ESPN.com.br, então, convocou a comentarista de arbitragem da ESPN Brasil Renata Ruel para analisar e avaliar todos eles.

E ela cravou: houve 100% de acerto entre o árbitro do VAR, o colombiano Nicolás Gallo, e o árbitro de campo, o uruguaio Esteban Ostojich.

Melhor para o Palmeiras, já que os três lances (um gol e dois pênaltis) eram favoráveis ao River Plate.

Veja, abaixo, a análise de cada lance:

O gol anulado

Logo no início do segundo tempo, o River Plate anotou o terceiro gol que levaria a definição da vaga para os pênaltis. Montiel apareceu completamente livre para completar cruzamento e estufar as redes. O VAR, porém, achou um impedimento na origem da jogada, de Rafael Borré - o atacante tocou na bola após a mesma ter saído dos pés de seu companheiro Enzo Pérez em uma dividida com um defensor palmeirense.

“O VAR tem que analisar todo gol, todo o lance que antecede ao gol. E ele detectou um impedimento. A bola desvia no jogador do Palmeiras, mas isso não habilita o jogador que está impedido. A infração tem que ser marcada”, explicou Renata Ruel.

O 1º pênalti (não marcado)

Aos 29 minutos, outra polêmica. Matías Suárez caiu em lance com Alan Empereur na área. O juiz marcou o pênalti, mas o VAR chamou para a revisão e a penalidade acabou cancelada.

“O jogador do Palmeiras apoia o pé no chão, tem um contato que não é faltoso, é um contato de jogo. O jogador do River se projeta e cai. Para mim, nada a marcar”, disse Ruel.

O 2º pênalti (marcado, mas revogado depois)

Já em um dos últimos lances da partida, é a vez de Borré cair na área após contato de Kuscevic, zagueiro do Palmeiras. O árbitro não marcou o pênalti, mas foi chamado para rever o lance. No fim, porém, um impedimento é marcado antes do contato entre os atletas.

“Havia impedimento na jogada. O jogador que está em posição irregular disputa a bola. É impedimento claro”, analisou Renata Ruel.