Segundo apurou a ESPN, a diretoria do Palmeiras ficou bastante insatisfeita com a atuação do árbitro argentino Fernando Rapallini durante o empate por 1 a 1 com o Libertad, na terça-feira, pela Conmebol Libertadores.
Ainda não está definido se haverá representação formal na Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol), como envio de ofício ou dossiê, contra o juiz.
Todavia, a alta cúpula palestrina espera que, para o jogo de volta, o nível demonstrado pela arbitragem seja muito melhor.
O principal lance reclamado pelos palmeirenses foi um suposto pênalti não marcado em cima do atacante Rony, logo no início da partida.
Em sua coletiva após o jogo, o auxiliar João Martins, que ocupou a vaga do técnico Abel Ferreira (com COVID-19), salientou que, se lance similar tivesse ocorrido para a equipe paraguaia, o juiz teria assinalado a penalidade.
"Nós já vínhamos alertados para o tipo de jogo que o adversário faz muito bem. Sabíamos que ia haver muito duelo, muita dividida, muita agressividade, e tínhamos que estar preparados para isso. Houve ali algumas ações que, se calhar, não marcaram para nós, e para eles foi mais fácil...", afirmou.
"E houve o pênalti no primeiro tempo que, se tivesse sido ao contrário, nem teria ido ao VAR e tinha marcado logo", reclamou.
"Mas pronto, já passou, vamos continuar a trabalhar", finalizou.
Com o resultado de terça, o clube brasileiro se classifica com qualquer vitória ou um empate por 0 a 0 no duelo de volta, marcado para a próxima terça-feira, às 21h30 (de Brasília), no Allianz Parque.
Para os paraguaios, servem um triunfo por qualquer placar ou empate por 2 a 2 ou mais. Novo 1 a 1 leva a decisão para os pênaltis.
