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Ex-City lembra histórias e torce por Balotelli na Inglaterra, mas diz: 'Parece que está indo para o Brasil'

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Leven revela motivação em luta racial por contratação de Balotelli no Vasco: 'Tem tudo para ser um casamento muito bom' (8:26)

Em entrevista ao ESPN.com.br, representante do projeto Somamos falou sobre atacante italiano (8:26)

Mario Balotelli defendeu o Manchester City entre o meio de 2010 e o começo de 2013, período em que conviveu com o ex-lateral-direito Micah Richards. Em um texto publicado no site da BBC, o ex-jogador contou sobre o passado e também falou a respeito do futuro do atacante de 30 anos, que está sem clube desde o fim da última temporada, tendo defendido o Brescia por último.

“A primeira coisa que eu pensei quando eu li que Mario Balotelli tinha sido ligado a uma transferência ao Barnsley era que fica um pouco perto de onde eu moro!”, disse. “Eu não quero que ele venha perto da minha casa em Harrogate e atire fogos de artifício na minha cozinha de novo, como fez quando éramos companheiros do Manchester City alguns anos atrás”.

“Mas eu só estou brincando. Parece que Mario está indo ao Brasil e não ao Barnsley de qualquer forma, mas eu amaria vê-lo novamente no futebol inglês e ainda seguimos dois grandes amigos”, contou Richards, que pendurou as chuteiras no ano passado.

Balotelli tem sido ligado ao Vasco, especificamente ao candidato à presidência Leven Siano, a quem parabenizou pela vitória no começo do mês - atualmente embargada pela Justiça. Em entrevista exclusiva ao ESPN.com.br, Leven deu detalhes sobre sua motivação nas negociações pelo atleta.

“Ele continua me convidando a ir à Itália, e ele é bem-vindo para vir e me ver em qualquer momento desde que a pandemia do coronavírus tenha acabado”, afirmou o jogador que teve passagem pela Fiorentina, Aston Villa e seleção inglesa.

Sobre o passado com Balotelli, Richards falou sobre como era a convivência no dia a dia no Manchester City.

“Costumávamos nos queixar que Mario tinha tratamento especial de (Roberto) Mancini, mas muitas outras pessoas cuidavam dele quando estava em Manchester. Ele costumava chamar Patrick Vieira de ‘pai’, e Vincent Kompany cuidou dele também. Eu era provavelmente seu melhor amigo, e ele era como um pequeno irmão para mim”.

“Eu o amava, tudo sobre ele. Ele era brilhante para se ter por perto, porque ele tinha muita energia e era claro que ele se importava com as outras pessoas”, afirmou Richards.

“Sim, ele cometeu alguns erros, mas você tem que lembrar que ele era um jovem ganhando muito dinheiro e vivendo sob o olhar público. Quando ele estava morando no meio de Manchester, ele tinha fotógrafos literalmente acampados fora de seu apartamento.”

“Tudo que ele fazia era examinado, e eu comecei a perceber que ele não podia vir a minha casa tanto quanto antes, porque os paparazzi e todos os outros saberiam onde ele estava e minha vida ficaria arruinada da mesma forma também.”

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