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Kai Havertz: Leverkusen descarta 'desconto do coronavírus' e exige R$ 662 milhões para vender ao Chelsea

Kai Havertz é o maior ativo que o Bayer Leverkusen tem para lucrar milhões de euros e sair da crise financeira que assolou boa parte dos clubes da Europa, desde a pandemia de COVID-19. Mas nem por isso a equipe alemã está disposta a abrir mão do meia por qualquer valor.

O diretor esportivo do Bayer, Rudi Voller, garantiu que Havertz só deixará o clube em caso de pagamento de 90 milhões de libras (R$ 662 milhões na cotação atual). E alertou o Chelsea, que aparece como maior interessado no jogador: não haverá nenhum "desconto de coronavírus" por ele.

"Não há nada novo sobre essa situação, e estamos tranquilos quanto a isso. Claro que ficaremos muito felizes se ele seguir aqui mais um ano. É inegável que a saída de um jogador assim, apesar do valor que se ganha, sempre significa uma perda. Basta ver Leipzig e Werner", disse Voller, à Sport Buzzer.

"Em tempos de coronavírus, existe a diminuição de valores de mercado para muitos jogadores. Mas, com ou sem COVID, não é o caso de jogadores excepcionais como Havertz ou Jadon Sancho. Não há desconto de coronavírus por eles", garantiu.

O Chelsea deseja contratar Havertz como parte do planejamento para qualificar o elenco de Frank Lampard na próxima temporada. A equipe inglesa já fechou com o meia Hakim Ziyech e com o atacante Timo Werner, além de vislumbrar as chegadas de mais um goleiro, um zagueiro e um lateral-esquerdo.