Com o futebol ao redor do mundo paralisado, o Barcelona segue dando o que falar com uma das maiores crises políticas de sua história.
O jornal "Sport" adianta que a empresa PWC está realizando uma auditoria que apontará irregularidades no "Barçagate", o suposto uso de uma empresa para influenciar negativamente o prestígio nas redes sociais de jogadores, ex-jogadores e outras pessoas de influência no clube sem o conhecimento da diretoria.
Segundo o jornal, as irregularidades são as seguintes:
- O PWC reconhece o custo excessivo do negócio com a empresa I3 Ventures. As empresas digitais consultadas consideram que o preço estaria entre os 120 mil a 150 mil euros, bem abaixo dos 980 mil pagados.
- A empresa é de prestígio duvidoso. É estranho e raro que se contrate uma empresa radicada no Uruguai (onde existe anonimato bancário) quando na Espanha teriam conseguido melhor preço e serviço.
- A fatura foi dividida em cinco parcela para evitar o comitê de adjunções. As faturas eram de 198 mil euros, já que abaixo dos 200 mil requer aprovação da comissão de controle financeiro do clube.
- Os contratos apresentados pelo Barça procediam de cinco empresas diferentes vinculadas a I3 Ventures. As cláusulas eram idênticas e o texto também.
Nesta semana, seis membros da diretoria do Barcelona, em desacordo com o presidente Josep Maria Bartomeu, pediram demissão conjunta, escancarando a crise no clube.
