O jornal alemão Der Spiegel teve acesso a mais documentos do Football Leaks que desmentiriam a versão dos advogados de Cristiano Ronaldo no caso de abuso sexual que teria acontecido em 2009.
O diário traz uma conversa por e-mail que comprovariam a existência de um questionário que os representantes do português teriam usado para averiguar, do ponto de vista do jogador, hoje da Juventus, o que teria acontecido na noite da acusação.
Neles, um dos advogados cita em uma das respostas de Cristiano Ronaldo que a suposta vítima, Kathryn Mayorga, teria dito “não” e “pare” várias vezes. Além disso, ele teria confirmado que o jogador obrigou a mulher a ter relações sexuais com ele.
Segundo o Der Spiegel, as conversas sobre o questionaram começaram no dia 3 de agosto de 2009, e comporiam um total de 41 páginas estituladas “Questions for cliente”, elaborado pelo escritório Lavely & Singer, de Los Angeles.
O documento teria sido encaminhado para advogados em Londres e também para Carlos Osório de Castro, advogado do jogador, que respondeu meses depois, na véspera do natal de 2009, copiando também o escritório da Califórnia.
