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Algoz do Flamengo foi observado pelo Fluminense em Lanús e é sincero sobre futuro: 'Sei que clube precisa vender...'

Rodrigo Castillo foi o nome da vitória do Lanús sobre o Flamengo no jogo de ida da CONMEBOL Recopa e brilhou justamente diante dos olhares de um rival rubro-negro: o Fluminense.

Segundo apurou a repórter Stefania Casero, da ESPN na Argentina, o clube tricolor tinha um representante em La Fortaleza atento ao atacante, que era dúvida para a partida, por lesão muscular.

Castillo, inclusive, foi perguntado sobre a observação do Flu e, ainda que tenha desconversado, reconheceu que sabe que o Lanús tem a necessidade de vender jogadores e deixou o futuro em aberto.

“Sinceramente não sabia (da observação do Fluminense). Esses jogos, todo o continente observa, incluindo pessoas de fora, então você fica na mira de todos e, quando vai bem, começam a aparecer opções”, disse ele, nesta sexta-feira (20), em participação no F12, da ESPN na Argentina.

“Eu estou feliz aqui (no Lanús). Sei que o clube precisa vender, o presidente disse, e depois se aparecer algo, falaremos ou não. Eu estou tranquilo e feliz aqui e, acima de tudo, focado na volta (contra o Flamengo), porque queremos ser campeões”, continuou Castillo.

Também segundo apurou a ESPN, o Eintracht Frankfurt, da Alemanha, chegou a sondar a situação do atacante do Lanús durante a janela de transferências na Europa, mas ofereceu apenas a possibilidade de empréstimo. O clube argentino respondeu que toparia apenas negociar em definitivo.

O mais curioso é que a atuação de Castillo, que ainda teve dois gols anulados por impedimento, veio depois de ele estar praticamente descartado de encarar o Flamengo, com uma lesão muscular na coxa esquerda.

“Sinceramente, ainda tinha um edema, havia tido um estiramento, e não sabia se era muito grande, mas tinha um edema. Fomos trabalhando com os médicos durante toda a semana e sempre tive o objetivo de jogar, sabia que queria estar em campo e não queria perder o jogo por nada no mundo”, afirmou.

“Nos últimos dias, comecei a melhorar, a perna respondia, e quando fiz os testes, me senti bem. O técnico confiou em mim e, graças a Deus, pude responder bem. E o importante é que não tive dor.”