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Nak sobre Vivo Keyd: 'tem potencial, mas não briga por título'

Nak vem compandando a Red Canid no CS desde ano passado Saymon Sampaio / BBL

Vice-campeã do primeiro Clutch de Counter-Strike: Global Offensive, na última temporada, Red Canids Kalunga estreou na segunda edição da competição sendo surpreendida pela Vivo Keyd na rodada de abertura, resultado do qual conseguiu se recuperar derrotando um dos principais concorrentes, Isurus Gaming, em confronto válido pela segunda semana. Vitória esta que Nak, em entrevista ao ESPN Esports Brasil, classificou como "importante" por ter ajudado a equipe a subir na tabela.

O triunfo sobre o Tiburón pelo Clutch aconteceu poucos dias após as duas equipes se enfrentarem na seletiva para o Flashpoint. Na ocasião, Isurus derrotou Red Canids pelas quartas de final por 2 a 1. Mas na opinião de Nak a vitória sobre o time argentino na última quarta-feira (19) não teve gosto de vingança: "Ninguém estava pensando em revanche. Era mais para a gente se provar mesmo, para nos firmarmos porque o primeiro resultado não foi muito bom"

O primeiro resultado o qual Nak se referiu foi o empate contra Vivo Keyd, equipe que o veterano afirmou ter "potencial", mas que "não é um time que briga por título na nossa opinião". Segundo o capitão da Matilha, nesse duelo em questão, "a gente acabou não atuando bem. E era importante esses pontos [contra Isurus] porque só os quatro primeiros se classificam".

Para Nak, no intervalo entre os dois duelos contra Isurus, "a gente conseguiu corrigir vários erros que cometemos nas seletivas que disputamos no final de semana. Foi bom o balanço geral [versus Isurus] porque a gente conseguiu vencê-los na Mirage. Na Dust 2, [no classificatório para o Flashpoint] a gente tinha perdido, mas agora ganhamos".

O capitão da Matilha conversou também com o ESPN Esport Brasil sobre os problemas que ocorreram nas seletivas, ocasionados pelo conflito de datas entre Flashpoint e Major do Rio. Categórico, Nak afirmou que os responsáveis pelos dois torneios "viraram a cara para a nossa região e deixaram duas seletivas na mesma data, o que não aconteceu lá fora, e isso foi péssimo pra gente".

EVOLUÇÃO DO CENÁRIO

Competindo no Counter-Strike desde a Era 1.6, Nak presenciou de perto o "nascimento" do cenário brasileiro no Global Offensive. De volta ao País após atuar fora junto a Sharks, o veterano está gostando de como as coisas estão acontecendo por aqui, principalmente após o surgimento do Clutch.

"O Clutch é essencial para o cenário e está sendo muito importante para nós porque são jogos rolando durante meses. Toda semana tem e ainda por cima presencialmente, o que dá experiência para o jogadores e abre a porta para novos atletas", opinou.

Ainda na opinião de Nak, a diferença do Clutch para os demais campeonatos, como seletivas, é que nelas "você joga várias md1 e é muito difícil de você se provar e até mesmo evoluir porque, se você perder uma partida, já está fora. Aqui no Clutch os times novos jogam contra aqueles que já estão consolidados e a evolução é muito maior".