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Como derrota de melhor do mundo no taekwondo tira chance de medalha de brasileira Maria Clara Pacheco nas Olimpíadas

Brasileira Maria Clara Pacheco durante luta contra a chinesa número 1 do mundo, Luo Zongshi, no taekwondo feminino nas Olimpíadas de Paris Mike Egerton/Getty Images

Uma regra na disputa do taekwondo nas Olimpíadas tirou qualquer chance de medalha para Maria Clara Pacheco em Paris. Nesta quinta-feira (8), no Grand Palais, a brasileira foi derrotada nas quartas de final para a chinesa Luo Zongshi, número 1 do mundo, e ainda sonhava com o bronze, mas nem isso mais será possível.

Acontece que, assim como no wrestling, se algum atleta eliminado nas quartas de final for derrotado por um dos finalistas, existe a chance da repescagem, que dá direito à disputa pelo bronze. Porém, depois de passar por Maria Clara, a chinesa caiu para a número 12 do ranking mundial, a sul-coreana Yujin Kim, e foi derrotada por 2 a 1, complicando a vida da brasileira nos Jogos Olímpicos.

Maria Clara Pacheco competiu na categoria até 57kg do taekwondo e estreou com vitória por 2 a 0 sobre a australiana Stacey Hymer, nas oitavas de final.

A brasileira já havia conquistado o bronze no Mundial de taekwondo de 2023, em Baku, no Azerbaijão, e também nos Jogos Pan-Americanos, na disputa por equipes. No Chile, a brasileira ainda foi prata na sua categoria.

Maria Clara tem 21 anos e é natural de Santos. Em Paris ela teve a sua primeira experiência olímpica após conquistar a vaga no Pré-Olímpico, disputado na República Dominicana.

Edival Pontes segue com chance de bronze

Também representando o Brasil, Edival Pontes teve uma sorte diferente no taekwondo. Apesar da derrota na estreia para o jordão Zaid Kareem, número 6 do mundo, o brasileiro viu o seu adversário ir à decisão na categoria 68kg e, com isso, segue vivo pelo bronze.

Agora, Pontes terá pela frente o turco Hakan Reçber na repescagem e, se vencer, disputará o bronze em Paris.