<
>

NFL: Quem se deu bem no mercado? Veja o ranking dos oito melhores times

play
Quem tem mais roupas, quem come mais... Tom Brady e Gisele fazem hilário questionário de casal com filho de 'juiz' (0:57)

Dupla tinha que ficar de olhos fechados e apontar para responder as questões - via Gisele/TikTok (0:57)

Com a NFL paralisada, este parece ser um bom momento para continuar nossa visão geral de como as franquias se saíram no período de aquisição de jogadores da offseason. Vamos destacar os oito melhores.

Para medir o desempenho de cada equipe, comparei o elenco, a situação de teto salarial e de capital futuro de draft no início da offseason com o que eles têm agora, no fim de maio. A coisa mais importante que uma equipe pode fazer é adicionar talento, de modo que aqueles que fizeram grandes contratações terão uma classificação alta, enquanto aqueles que viram jogadores-chave saindo sem substituições não terão. Também considerei como cada um foi atrás de necessidades específicas, quão bem eles leram o mercado e lidaram com o lado financeiro de seus negócios e o que fizeram para criar futuras escolhas de draft.

Para cada equipe, vou incluir o que deu certo, o que deu errado, o que eles poderiam ter feito de maneira diferente e o que precisam fazer nos próximos meses. Finalmente, e isso é importante: este não é um ranking dos melhores times da liga.


1. Tampa Bay Buccaneers

O que deu certo: os Bucs contrataram o quarterback Tom Brady para substituir Jameis Winston. Contar com um Brady em declínio seria suficiente para colocá-los no top 10, mas eles deram continuidade convencendo Rob Gronkowski a sair da aposentadoria e contrataram o tight end em troca de uma escolha de draft. Com um buraco enorme na posição de right tackle, eles conseguiram proteger Brady usando sua escolha de primeiro round em Tristan Wirfs.

Eles também conseguiram renovar com Ndamukong Suh, Jason Pierre-Paul e Shaq Barrett. Os Bucs pressionaram os QBs adversários 34% do tempo em que os três jogadores estiveram em campo na última temporada, o que seria a segunda melhor marca da NFL em uma temporada completa. Eles conseguiram tudo o que poderiam ter esperado para esta offseason.

O que deu errado: quase nada. Você poderia argumentar que eles deveriam ter contratado um running back veterano, mas deixaram Peyton Barber sair e o substituíram apenas ao draftar Ke'Shawn Vaughn na terceira rodada, sugerindo que Ronald Jones terá um papel importante.

O que eles poderiam ter feito de diferente: não consigo pensar em nenhuma decisão de elenco que os Buccaneers deveriam ter tratado de maneira diferente nesta offseason. Mesmo que Brady decepcione, não existia um mundo onde os Bucs não o contratariam. Se eu tiver que inventar uma só para que o texto fique completo, talvez eles devessem ter contratado um QB melhor que Blaine Gabbert para ser reserva de Brady?

O que resta fazer: contratar um running back veterano. Não confio plenamente em Jones como bloqueador. Ainda existem muitos jogadores experientes e disponíveis, com nomes como Devonta Freeman, Carlos Hyde, Lamar Miller e LeSean McCoy sem time para a próxima temporada. Os Bucs não têm muito espaço no teto salarial, mas contratar um desses caras não custará muito mais que o mínimo.

play
4:16

Em poucos meses em Tampa Bay, Tom Brady já foi expulso de parque, 'invadiu' casa errada e agora terá que 'pedir perdão'

Quarterback dos Buccaneers queria ir até a casa do coordenador ofensivo da equipe, mas acabou errando o endereço


2. Cleveland Browns

O que deu certo: os Browns corrigiram muitos dos erros que levaram a sua tão badalada temporada de 2019 a não dar em absolutamente nada. O treinador Freddie Kitchens e o gerente geral John Dorsey foram substituídos por Kevin Stefanski e Andrew Berry, respectivamente. Bill Callahan assume a linha ofensiva, confiando a parte mais fraca da equipe de 2019 a sem dúvida o melhor treinador de linha ofensiva da NFL.

Depois que o quarterback Baker Mayfield ficou exposto por conta de sua linha ofensiva, os Browns contrataram o melhor jogador de linha disponível, Jack Conklin, e usaram sua primeira escolha na posição de left tackle, Jedrick Wills Jr. Finalmente, numa tentativa para cercar Mayfield com os jogadores antes de uma temporada de tudo ou nada, os Browns contrataram Austin Hooper para ser o TE #1. Eles também conseguiram diminuir a suspensão de Myles Garrett e pegaram outra escolha em 2021 ao trocar com os Saints.

O que deu errado: como é o caso de todos os outros times com um novo treinador, a offseason impactada pelo coronavírus deixou os Browns sem o tempo usual de treinos. Eles também perderam Jarvis Landry para uma cirurgia no quadril, e ele pode não estar pronto para jogar na semana 1, deixando-os com Rashard Higgins e Taywan Taylor atrás de Odell Beckham Jr.

O que eles poderiam ter feito de diferente: Cleveland provavelmente teve oportunidades para adicionar um terceiro recebedor, dado o mercado que se desenvolveu lentamente e o draft, que estava cheio de opções. Mesmo agora, jogadores como Taylor Gabriel e Dontrelle Inman estão disponíveis e não custarão muito.

O que resta fazer: renovar com Myles Garrett. A primeira escolha geral do draft de 2017 tem sido uma estrela desde o momento em que chegou a Cleveland, e estava no ritmo de uma temporada de 16 sacks antes de ser suspenso por bater com um capacete na cabeça de Mason Rudolph. Com Garrett liberado para retornar, há poucas razões para pensar que seu futuro será em outro lugar. De qualquer forma, a controvérsia pode reduzir o valor de Garrett, o que tornaria esse um momento ainda mais atraente para os Browns negociarem um acordo.


3. Denver Broncos

O que deu certo: em um mundo em que realmente não sabemos se Drew Lock é um titular viável na NFL, John Elway fez a melhor coisa que qualquer gerente geral pode fazer por um quarterback jovem: conseguir armas para ele. Os Broncos assinaram com Melvin Gordon em na agência livre, depois usaram suas duas primeiras escolhas nos recebedores Jerry Jeudy e KJ Hamler. Eles também melhoraram sua linha ofensiva contratando Graham Glasgow, e Lock terá Pat Shurmur como seu coordenador ofensivo.

Também gostei do que os Broncos fizeram na defesa. Ao deixar o cornerback Chris Harris Jr. sair pela porta da frente, Elway trocou duas escolhas pelo veterano A.J. Bouye e por Jurrell Casey. Denver deixou Shelby Harris testar o mercado e conseguiu trazer de volta o titular de 2019 em um contrato de US $ 3,1 milhões por um ano, muito menos do que Harris Jr. estava pedindo.

O que deu errado: Gordon pode ser um jogador valioso, mas tem sido muito inconsistente para justificar o acordo de dois anos e US $ 16 milhões. A mudança pode marginalizar Phillip Lindsay, e não tenho certeza se Gordon é realmente um running back melhor que Lindsay. Elway também não encontrou alguém que brigue pela posição com o left tackle Garett Bolles, que mostrou poucos sinais de melhora como profissional, ao cometer uma impressionante quantidade de 34 faltas por holding nas últimas três temporadas, 15 a mais do que qualquer outro jogador neste período.

O que eles poderiam ter feito de diferente: os Broncos poderiam ter esperado e se aproveitado do mercado de running backs. Eu suspeito que eles poderiam ter contratado alguém como Devonta Freeman por uma temporada por menos da metade do que pagarão a Gordon em 2020, e enquanto Gordon é provavelmente o melhor jogador, a diferença não é proporcional ao dinheiro envolvido.

O que resta fazer: Bolles precisa de competição. Não existem muitas opções empolgantes disponíveis no mercado de left tackle, mas simplesmente conseguir alguém que não cometa três faltas de holding por mês seria um passo na direção certa para os Broncos. Jason Peters pode custar mais do que eles estão dispostos a pagar, mas eles poderiam facilmente justificar a contratação de alguém como Kelvin Beachum ou Cordy Glenn para competir pela posição.


4. Indianapolis Colts

O que deu certo: Indy atualizou as duas posições mais importantes do elenco. Na posição de quarterback, os Colts encontraram um substituto de curto prazo para Andrew Luck, contratando Philip Rivers, que colocará Jacoby Brissett de volta ao banco de reservas. Os Colts ainda precisam encontrar o QB do futuro - não tenho certeza de que Jacob Eason é esse cara -, mas Rivers pode florescer atrás de uma linha ofensiva eficaz depois de passar a última temporada jogando atrás de uma linha ofensiva que mais parecia como uma fileira de catracas. Eles também conseguiram convencer Anthony Castonzo a deixar a aposentadoria para um contrato de dois anos e US $ 33 milhões.

Mike Clay, especialista de NFL da ESPN, classificou a contratação de DeForest Buckner no lugar de Margus Hunt como a melhor desta offseason. Os Colts agora têm uma estrela ainda no auge de sua carreira.

O que deu errado: a troca por Buckner custou caro para os Colts, que deram a 13ª escolha para contratar o ex-jogador de Oregon por quatro anos e 84 milhões de dólares, com 56,4 milhões nas próximas três temporadas. Sacrificar sua escolha por Buckner significa que eles vão gastar, basicamente, 25 milhões de dólares por temporada pelo defensor. Ainda é um movimento defensável, mas ele tem que jogar como uma estrela para que continue sendo.

Eu gostaria de ver Indy abordar a sua secundária. A equipe contratou T.J. Carrie e Xavier Rhodes, mas Julian Blackmon, escolha de terceira rodada, lesionou seu joelho em dezembro e não terá um impacto imediato como safety. Malik Hooker, escolha de primeira rodada em 2017, teve dificuldades para se manter saudável e viu sua opção do quinto ano ser recusadas no mês passado, enquanto Quincy Wilson, do segundo round, foi para os Jets. É uma posição que os Colts terão de trabalhar na próxima offseason.

O que eles poderiam ter feito de diferente: além de perseguir um cornerback veterano, os Colts deveriam ter contratado mais jogadores de linha ofensiva. Cada um dos cinco titulares conseguiu passar pelos 16 jogos da última temporada, o que é difícil de dar como garantia. Eles perderam Joe Haeg para os Bucs, e o único jogador de OL que eles contrataram foi Danny Pinter, escolha de quinta rodada.

O que resta fazer: renovar com Ryan Kelly. O excelente center de Indy está se aproximando da agência livre e, embora as lesões tenham sido uma preocupação, essa equipe deve manter sua linha ofensiva junta ao contratar a última escolha de primeira rodada da era Ryan Grigson. Kelly poderia se tornar o primeiro center da NFL a chegar a US $ 12 milhões por temporada em um acordo de várias temporadas.


5. Dallas Cowboys

O que deu certo: os Cowboys finalmente demitiram Jason Garrett e, embora a decisão de contratar Mike McCarthy não tenha necessariamente entusiasmado a torcida, a organização conseguiu manter Kellen Moore para coordenar um ataque que ficou em segundo lugar no DVOA (Defense-adjusted Value Over Average) há um ano. Dallas draftou o recebedor CeeDee Lamb, conseguiu renovar com Amari Cooper por anos, e até trouxe um reserva barato e confiável para Dak Prescott em Andy Dalton.

A maior parte do trabalho realizado pelos Cowboys envolveu a reconstrução de uma defesa que ocupava o 19° lugar na DVOA. Enquanto eles perderam o cornerback Byron Jones na agência livre, eles reconstruíram sua linha contratando Gerald McCoy e Dontari Poe. Dallas conseguiu draftar Trevon Diggs na segunda rodada, que deve ajudar a substituir Jones nos próximos anos.

O que deu errado: um ano depois de se recuperar da síndrome de Guillain-Barré, Travis Frederick optou por se aposentar. Frederick admitiu que não foi capaz de voltar ao seu nível anterior, mas ainda era um titular acima da média. Vários jogadores poderiam competir por seu trabalho, incluindo Joe Looney, Connor McGovern, Cam Erving e Tyler Biadasz.

Dallas também não conseguiu fazer um acordo de longo prazo com Dak Prescott. A história sugere que os Cowboys farão sua melhor oferta perto de julho, mas precisam aceitar que há poucas razões para que o time de Prescott entre em negociações. A história deixa bem claro que o preço dos quarterbacks titulares só aumenta.

O que eles poderiam ter feito de diferente: melhorado a posição de cornerback, especialmente se esperam brigar alto na temporada de 2020. Logan Ryan ainda é um agente livre, mas não parece que os Cowboys estejam particularmente interessados; isso teria sido uma contratação melhor do que Daryl Worley, que recebeu um contrato de 3 milhões de dólares por um ano. Um jogador como Dre Kirkpatrick também agregaria mais valor ao time.

O que resta fazer: assinar com Dak. Simples assim.

play
2:39

Gigantes se acabando em lágrimas: as reações de arrepiar dos universitários escolhidos para jogar na NFL

A realização de um sonho: Draft 2020 da NFL começa nesta quinta, às 21h, na ESPN e no WatchESPN


6. Buffalo Bills

O que deu certo: os Bills, provavelmente, têm agora a melhor linha defensiva da NFL. Enquanto Shaq Lawson e Jordan Phillips saíam como agentes livres, Buffalo contratou os ex-Panthers Mario Addison e Vernon Butler, além de Quinton Jefferson, e depois usou sua melhor escolha de draft em AJ Epenesa. Outro ex-jogador dos Panthers vestirá as cores dos Bills, o cornerback Josh Norman. Dada a frequência com a qual os defensores melhoraram depois de chegar nos Bills, o acordo de apenas 6 milhões de dólares com Norman pode se tornar um excelente negócio.

A troca que foi para as manchetes, é claro, foi a troca de quatro escolhas por Steffon Diggs, que estava no Minnesota Vikings. Eu vi isso como uma vitória para os dois lados, e eu gosto dos Bills correndo o risco de adicionar um cara que é um dos recebedores mais talentosos do jogo quando saudável. Além de melhorar o time para 2020, Diggs deve facilitar a vida de Josh Allen. McDermott e o gerente geral Brandon Beane também complementaram a linha ofensiva de Allen, trazendo de volta Quinton Spain e contratando Daryl Williams, outro ex-jogador dos Panthers, para um contrato de um ano.

O que deu errado: Norman pode dar certo, mas US $ 6 milhões são muito a pagar por um cornerback que não tem jogado bem desde sua temporada com os Panthers em 2015. Dado que o mercado de cornerbacks veteranos não deu certo, os Bills provavelmente poderiam ter acabado com um jogador melhor por um preço semelhante.

O que eles poderiam ter feito de diferente: os Bills usaram uma escolha da terceira rodada no RB Zack Moss, que deve servir como substituto de Frank Gore. Dada a fé que a organização tinha em Devin Singletary na temporada passada, eles provavelmente poderiam ter encontrado um RB mais tarde no draft ou na agência livre. Essa escolha da terceira rodada poderia ter sido direcionada a um CB.

O que resta fazer: ampliar seu núcleo jovem. Os Bills precisam começar a distribuir extensões contratuais para seus jovens pilares. Dion Dawkins, da linha ofensiva e o linebacker Matt Milano estão entrando no último ano de seus respectivos contratos de estreante, e o cornerback Tre'Davious White tem uma opção do quinto ano em 2021. Todos os três podem esperar aumentos significativos, com White provavelmente procurando algo próximo do que Jalen Ramsey recebeu com os Rams.


7. Miami Dolphins

O que deu certo: nenhuma equipe adicionou mais talento ao seu elenco nesta temporada do que os Dolphins. Eles distribuíram 123,5 milhões de dólares em garantias para agentes livres, de acordo com o Spotrac - quase o dobro de qualquer outra franquia. Eles também assinaram com todas as suas escolhas de draft, três jogadores de primeira rodada e dois de segunda. Miami pode jogar com 13 novos titulares em 2020.

Gostei do fato de Miami ter começado a sua reconstrução defensiva focando em uma posição; adicionando Byron Jones e Noah Igbinoghene a Xavien Howard, os Dolphins podem ter um dos melhores elencos de cornerback da liga. Eles conseguiram o que queriam ao draftar Tua Tagovailoa, mas também contrataram três jogadores de linha ofensiva na agência livre e depois usaram escolhas de primeira e segunda rodada em mais duas.

O que deu errado: é improvável que alguns desses contratos sejam bons no futuro. O contrato de três anos e US $ 30 milhões para Ereck Flowers, por exemplo. As equipes enlouqueceram ao tentar obter os resultados de Bill Belichick com os ex-jogadores de Belichick, e enquanto Brian Flores passou 14 anos em New England, eu me pergunto se ele tirar o suficiente de Kyle Van Noy para justificar um contrato de quatro anos e US $ 51 milhões. O contrato de dois anos e US $ 9,8 milhões concedido a Jordan Howard foi uma das maiores surpresas da offseason em um mercado em que jogadores como Devonta Freeman e Carlos Hyde ainda são agentes livres.

Também não acredito que Miami passou toda a offseason sem adicionar um único recebedor notável. Eles vão confiar em DeVante Parker, Allen Hurns, Albert Wilson e Preston Williams. Parker finalmente teve sua temporada de estrela, mas depois de quatro anos medianos até aquele momento, ele pode ser confiado como recebedor número um? Mesmo que seja, por que não contratar mais um, tendo em mente Williams e produção limitada de Hurns e Wilson há um ano? Há uma boa chance dos Dolphins voltarem ao mercado de recebedores na próxima offseason.

O que eles poderiam ter feito de diferente: eu teria draftado um recebedor com uma dessas cinco escolhas de primeira ou segunda rodada. E, considerando o que os Cardinals pagaram, eu adoraria ver Miami tentando competir por DeAndre Hopkins para fazer dele o melhor amigo de Tagovailoa. Não posso culpar os Dolphins por selecionarem Igbinoghene em 30°, mas não seria melhor ter draftado Tee Higgins ou Michael Pittman Jr enquanto assinavam com o agente livre Logan Ryan?

O que resta fazer: esperar para ver. Eu sugeriria que Miami fosse atrás de Jadeveon Clowney, mas depois que ele recusou várias oportunidades de ir para Miami no ano passado, os Dolphins podem estar prontos para seguir em frente. A menos que surja a oportunidade de adquirir um recebedor de nome, eles realmente precisam aproveitar este ano e avaliar o que está funcionando antes de uma possível campanha de playoffs.


8. Arizona Cardinals

O que deu certo: os Cardinals não apenas conseguiram se livrar do contrato de David Johnson como também puderam usá-lo como um ativo que fez parte da troca por DeAndre Hopkins. Espera-se que Hopkins receba um novo contrato, mas conseguir um dos melhores recebedores da liga em seu auge por escolha de segunda rodada é uma pechincha. O cancelamento do contrato de Johnson apenas torna a troca por Hopkins uma vitória ainda maior para o gerente geral Steve Keim.

Arizona ainda precisa tirar o máximo proveito de suas habilidades, mas ter selecionado Isaiah Simmons na oitava posição do draft era exatamente o que o coordenador Vance Joseph precisava. Simmons deve ser capaz de resolver a maior fraqueza desta equipe em 2019 - sua incapacidade de marcar tight ends.

O que deu errado: a classificação alta dos Cardinals se dá por conta da troca por Hopkins, porque eu não amei as contratações na agência livre. Eles deram contratos altos para os linebackers De'Vondre Campbell e Devon Kennard, além do defensive tackle Jordan Phillips. Campbell não era bom em Atlanta, e Phillips teve a melhor temporada de sua carreira, que não é totalmente suportada por seus knockdowns em quarterbacks (16). Kennard tem 14 sacks nas últimas duas temporadas, mas os Lions têm sido uma das piores defesas da liga e o cortaram porque não queriam pagar US $ 5,4 milhões para ele em 2020. Os Cardinals vão dar a Kennard US $ 6,2 milhões.

O contrato com DJ Humphries (três anos, 43,8 milhões de dólares) trava os Cardinals com um jogador de linha ofensiva que teve uma temporada produtiva em cinco possíveis. Arizona decidiu trazer de volta Marcus Gilbert, que jogou 12 jogos nos últimos três anos, em vez de buscar uma opção mais confiável. Os Cardinals também não conseguiram tratar da posição de cornerback, o que significa que Robert Alford provavelmente será o titular depois de ter lutado muito em 2018 e perdido todo o ano de 2019 com uma perna quebrada.

O que eles poderiam ter feito de diferente: usar anos vazios para contratar um jogador como Drew Brees ou Tom Brady enquanto mantém o teto salarial viável é uma opção, mas fazer o mesmo para contratar jogadores questionáveis é má-gestão. Os Cardinals precisam pagar Hopkins e Patrick Peterson, mas boas organizações acham jogadores como Campbell e Kennard por menos dinheiro.

O contrato de Phillips também parece um erro para um cara que saiu de Miami e não teve uma temporada boa antes de 2019. Arizona pode desistir do acordo após uma temporada e US $ 14,5 milhões, mas é mais realista que isso aconteça daqui a dois anos e US $ 20 milhões a menos.

O que resta fazer: renovar com Peterson. A primeira prioridade dos Cardinals deve ser garantir que seu astro, que está entrando no último ano de seu acordo, não saia pela porta da frente. O mercado de cornerbacks com mais de 30 anos foi sombrio nesta temporada, já que jogadores como Chris Harris Jr. e Jimmy Smith assinaram acordos de curto prazo, enquanto Logan Ryan permanece sem contrato. Peterson completará 30 anos em julho e, embora esteja jogando em um nível mais alto do que qualquer um desses caras, isso pode acabar sendo uma negociação difícil caso os Cardinals não ofereçam um grande contrato.