Adrian Peterson foi suspenso por uma temporada da NFL por ter agredido seu filho, então de apenas quatro anos. Depois de ter corrido o risco de ser preso, o running back não mudou sua forma de educar.
“Tive que disciplinar meu filho e bati nele outro dia com uma cinta”, disse o jogador do Washington Redskins em entrevista ao Bleacher Report, na qual também diz que pune seus filhos de outras formas, como ficar agachados em frente à parede, ou tirando os aparelhos eletrônicos deles.
Peterson foi acusado, em 2014, de ter agredido seu filho usando um galho de árvore, causando cortes e outras escoriações por todo o corpo da criança, incluindo as regiões das nádegas e escroto.
O jogador admitiu ter feito isso e acabou tendo sua pena reduzida. Ele ficou por dois anos em condicional, foi multado em US$ 4 mil e teve que prestar 80 horas de serviço comunitário, enquanto a NFL foi mais dura e deixou-o longe dos gramados e sem receber salários. Na época ele era jogador do Minnesota Vikings.
Na ocasião, o comissário Roger Goodell criticou Peterson por não ter demonstrado remorso pelo incidente. Em carta, Goodell afirmou que a NFL estava pronta a ajudar o jogador, “mas nenhum programa pode ser bem-sucedido sem o envolvimento genuíno e contínuo”.
A liga não sinalizou qualquer tipo de atitude após a declaração do jogador, mas o agente de Peterson, Ron Slavin, emitiu um comunicado afirmando que “não há nada mais importante para Adrian Peterson do que ser um bom pai para seus filhos” e que o jogador “aprendeu diversas lições valiosas” em 2014.
Peterson estará em campo nesta quinta-feira, no confronto entre Washington Redskins e Dallas Cowboys, no segundo horário da rodada especial do dia de Ação de Graças, às 19h30, com transmissão da ESPN e WatchESPN.
