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Denver Broncos revela proposta no passado e descarta Colin Kaepernick: 'Ele teve sua chance'

Enquanto existem dúvidas sobre a vaga de quarterback reserva no Denver Broncos, uma coisa já é certa: Colin Kaepernick não defenderá a equipe do Colorado.

Quem garantiu isso foi o presidente de operações de futebol da franquia, John Elway, que afirmou que o ex-San Francisco 49ers não será considerado no caso de Chad Kelly, atual segundo QB, e Paxton Lynch, o terceiro, não consigam a vaga como reserva de Case Keenum.

“Sabe de uma coisa, eu disse isso um tempo atrás: Colin teve sua chance de estar aqui. Nós o oferecemos um contrato. Ele não aceitou”, disse Elway ao ser perguntado se o polêmico quarterback era uma opção viável.

“Como eu disse em meu depoimento, ele teve sua chance de estar aqui. Ele dispensou”, completou, fazendo referência ao depoimento que prestou em maio como parte do processo que Kaepernick move contra a NFL por conluio.

Elway se encontrou com Kaepernick duas vezes em 2016, enquanto Broncos e 49ers trabalhavam em uma troca que mandaria o camisa 7 para Denver. Na época, a franquia do Colorado queria que Kaepernick diminuísse seu salário de US$ 11,9 milhões para US$ 7 milhões.

A negociação, que não seguiu adiante, aconteceu semanas antes do draft de 2016, no qual os Broncos acabaram recrutando Lynch na primeira rodada, como um substituto para Brock Osweiler, que trocou a equipe pelo Houston Texans, e para Payton Manning, que se aposentou.

Kaepernick não joga na NFL desde a temporada de 2016. Ele foi o primeiro jogador a protestar durante a execução do hino nacional, questionando a desigualdade social no país e a violência policial contra minorias.