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Afetada pela crise do coronavírus, LPL voltará a ser disputada pela internet

LPL voltará a ser disputada após um mês parada Riot Games China

Para a alegria dos amantes do League of Legends, mais precisamente daqueles que acompanham o cenário chinês, a liga profissional daquele país, a LPL, enfim voltará a ser disputada após um mês parada. O retorno, marcado para 9 de março, foi revelado pelo comitê organizador na madrugada desta sexta-feira (28), mas com os jogos não sendo disputados num estúdio, e sim pela internet.

Os responsáveis pela liga explicaram que, "após uma análise abrangente da situação, a organização da LPL e os clubes participantes decidiram fazer ajustes para o restante da temporada".

O primeiro desses ajustes é que a liga retornará sendo disputada pela internet. De acordo com o comitê organizador, os atletas jogarão diretamente do centro de treinamento de cada clube, com exceção daqueles que, atualmente, se encontram em regiões das quais estão impossibilitado de sair por estarem em quarentena

Além disso, segundo os responsáveis pela liga, todos os jogadores precisarão passar por uma quarentena de 14 dias e atender a todos os requisitos de saúde locais antes que retornem a disputar a LPL.

Quem também está com retorno marcado é a transmissão em inglês da liga, mas para a semana seguinte a volta da competição: 15 de março.

A LPL estava parada desde 25 de janeiro, quando o comitê organizador revelou que estava adiando o retorno das disputas pós-comemoração do Ano Novo Lunar. Adiamento este que aconteceu poucos dias após o treinador do Edward Gaming (EDG), ClearLove, revelou numa stream que corria o risco de desfalcar a equipe na segunda rodada por estar passando o feriado em Wuhan, cidade que é considerada o "epicentro" da epidemia.

Quanto a equipe que trabalha na transmissão em inglês da liga, os componentes da mesma revelaram, na mesma semana que o adiamento foi anunciado, que estavam deixando a China.

O QUE SABEMOS SOBRE O CORONAVÍRUS

A cidade de Wuhan, na China, foi onde surgiram os primeiros casos de coronavírus ainda em 2019. Foi em Wuhan, na China, que os primeiros casos de coronavírus foram relatados ainda em 2019. A cidade é considerada uma das maiores do país por possuir população que ultrapassa 11 milhões de pessoas e, desde o dia 23, vem sendo mantida isolada pelo Governo em estado de quarentena.

Segundo o mapa online desenvolvido pelo instituto norte-americano Johns Hopkins, que monitora em tempo real a propagação do coronavírus, até o momento pouco mais de 83 mil casos foram confirmados em todo o mundo, sendo destes 2.867 fatais.

Além da China (78.8245), já tiveram casos de coronavírus conformados em Coreia do Sul (2.337), Itália (655), Irã (338), Japão (228), Hong Kong (94), Singapura (93), Estados Unidos (60), Alemanha (48), Kuwait (43), Tailândia (41), França (38), Taiwan (34), Bahrein (33), Espanha (25), Austrália (23), Malásia (23), Emirados Árabes (19), Vietnã (16), Canadá (14), Macau (10), Suíça (8), Suécia (7), Iraque (7), Omã (4), Israel (3), Filipinas (3), Croácia (3), Índia (3), Áustria (3), Grécia (3), Líbano (2), Finlândia (2), Rússia (2), Paquistão (2), Afeganistão (1), Nepal (1), Lituânia (1), Camboja (1), Geórgia (1), Irlanda do Norte (1), Nigéria (1), Noruega (1), Argélia (1), Bélgica (1), San Marino (1), Holanda (1), Dinamarca (1), Macedônia (1), Bielorússia (1), Nova Zelândia (1), Brasil (1), Romênia (1), Estônia (1), Egito (1) e Sri Lanka (1).

No Brasil, depois de alguns casos sob suspeita, a primeira pessoa portando o Covid-19 no País foi confirmada nesta terça. Segundo a Folha de São Paulo, o teste de contraprova feito pelo paciente deu positivo e o Ministério da Saúde deve comentar falar sobre o resultado nesta quarta-feira (26).

Ao jornal, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), informou que já solicitou a companhia área a lista que conta com os nomes dos outros passageiros presentes no voo que trouxe o paciente ao Brasil, enquanto o governo de São Paulo criou um comitê de contingenciamento para enfrentar a chegada do vírus.