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Entenda a polêmica que fez balanço de 2025 do São Paulo ter nova votação após contas da gestão Casares serem reprovadas

O Conselho Deliberativo do São Paulo votará nesta sexta-feira (27) mais uma vez se aprovará ou não as contas de 2025 do clube.

Os conselheiros do clube já haviam reprovados as contas da gestão de Julio Casares na última quinta-feira (26). No entanto, a empresa Tafner, responsável pela organização do pleito, emitiu um comunicado informando que houve uma falha operacional.

Em nota, a empresa informou que o erro em questão é que a votação foi realizada na modalidade fechada/secreta. No entanto, a orientação era para que os votos fossem abertos, anulando o primeiro pleito. A nova votação acontece ao longo desta sexta-feira, e o resultado deverá ser informado nas próximas horas.

A tendência é que os conselheiros voltem a reprovar as contas. Na primeira votação, ao todo, 194 conselheiros votaram contra, enquanto 34 foram a favor e tivemos ainda quatro abstenções.

A ESPN informou que o departamento financeiro do São Paulo identificou R$ 11 milhões em saques ligados à antiga presidência. Desse total, R$ 4 milhões possuem justificativas detalhadas, como despesas com arbitragem e premiações.

Já o restante, de quase R$ 7 milhões, são apontados como "verbas destinadas à presidência" e não existe uma documentação ou explicação clara sobre o destino dos recursos. Em comunicado à imprensa, a defesa do ex-presidente se manifestou a respeito.

Segundo o comunicado, o “montante de R$ 7 milhões não foi solicitado, não foi destinado e, por óbvio, não foi utilizado por Julio Casares”.

“Tais valores constam em registro na contabilidade do Clube, e foram disponibilizados pela Diretoria Financeira e Contadoria do Clube para serem utilizados em despesas recorrentes de, no mínimo, 172 jogos do SPFC em diversas competições. Ou seja, tudo com destinação certa, específica e formalmente contabilizada nas despesas do Clube”.

“Aliás, não há rubrica, anotação ou qualificação na contabilidade do Clube, que formal ou informalmente registre que “valores em espécie teriam sido disponibilizados à Presidência”, diz trecho da nota.

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