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Quase dez anos depois, Paulo Nobre paga aposta e volta a estádio do Palmeiras: 'Virei torcedor de sofá'

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Paulo Nobre volta a estádio do Palmeiras quase dez anos depois para pagar promessa e conta 'bastidores'; VEJA (2:52)

Ex-presidente do Palmeiras concedeu entrevista exclusiva à ESPN (2:52)

Presidente do Palmeiras entre 2013 e 2016, Paulo Nobre não ia a um jogo do seu time do coração há dez anos. A última partida que o ex-mandatário do Verdão assistiu in loco foi a do título do Brasileirão de 2016, contra a Chapecoense.

Nesta quinta-feira (23), porém, Paulo Nobre esteve no antigo Allianz Parque, que passará a ter seu naming rights atrelado ao banco Nubank, para acompanhar a vitória do Palmeiras contra o Jacuipense, na Copa do Brasil.

O ex-presidente do Verdão explicou, em entrevista à ESPN, que pagou uma promessa feita na virada contra a LDU, na CONMEBOL Libertadores do ano passado.

"Virei um torcedor de sofá e de tablet, quando viajo. Esse camarote quem frequenta são meus amigos. Uma dessas pessoas, depois que a gente perdeu de 3 a 0 para a LDU ano passado, teve a brilhante ideia de me propor uma promessa: se o Palmeiras reverter, você iria a um jogo no estádio de novo? Falei: está fechado. Ela me ligou depois do jogo, mas eu disse: no jogo que eu quiser, no campeonato que eu quiser e quando eu quiser", revelou.

Apesar de voltar a sentir a emoção de presenciar uma vitória do Palmeiras em sua casa, Paulo Nobre afirma que a ideia é seguir como um “torcedor de sofá”.

"Senti muita emoção, porque passei mais de 20 anos militando na política do Palmeiras. É estranho voltar, ver um jogo como torcedor. Foi tudo muito novo voltar a um lugar em que vivi os momentos mais especiais da minha vida", disse.

"Não é a ideia (voltar mais vezes). A ideia é continuar no sofá, na minha casa até resolver fazer outra promessa dessa", completou.

Por último, o ex-presidente ainda aproveitou a entrevista para dar pitacos sobre a dupla de ataque do Palmeiras. Vitor Roque saiu machucado no primeiro tempo, sem fazer gols, e Flaco López entrou na segunda etapa, mas também passou em branco.

"Eu não esperava do Flaco que conseguisse dar essa volta por cima. Tiro meu chapéu para o Flaco, tiro meu chapéu para o Vitor Roque, tem meu respeito. A gente não tem hoje um superídolo, mas tem um conjunto muito bom", finalizou.

Depois de Paulo Nobre, que presidiu o clube em dois mandatos de dois anos, o Palmeiras foi presidido por Maurício Galiotte, de 2017 a 2021, e por Leila Pereira, de 2022 até o momento – seu mandato vai até o final de 2027.

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