Um lance polêmico gerou reclamação por parte dos jogadores do Fluminense no primeiro tempo da partida contra o Chelsea, nesta terça-feira (8), no MetLife Stadium, na semifinal do Mundial de Clubes.
Aos 34 minutos, Renê cobrou falta na área, e a bola bateu no braço de Chalobah. A arbitragem assinalou pênalti, mas voltou atrás após revisão do VAR.
Após rever a jogada, o árbitro informou no microfone do estádio que o braço de Chalobah estava em posição natural e que, por isso, o pênalti estava cancelado. Tal decisão foi acertada segundo Renata Ruel, comentarista de arbitragem da ESPN.
''O árbitro marca penalidade no campo de jogo, o VAR sugere revisão e depois o pênalti é retirado. A bola é alçada na área, o jogador do Chelsea está com o braço em movimento natural. Em nenhum momento ele amplia o espaço natural do corpo com o braço. Na hora que a bola toca no corpo dele, o braço vai até para trás. Não faz o movimento de levar o braço até a bola'', analisou Ruel.
''Ao contrário: a gente percebe que ele até assusta e o braço vai para trás, com o toque da bola. Isso não é pênalti. Errou o árbitro no campo de jogo, acertou o VAR em sugerir revisão e acertou o árbitro em voltar atrás na decisão dele. Não há penalidade em lances assim'', completou.
O também comentarista de arbitragem da ESPN, Carlos Simon concordou com a anulação da penalidade.
''Não foi pênalti, braço em posição natural ao lado do corpo'', pontuou.
Em campo, João Pedro fez valer a ''lei do ex'' e anotou dois golaços para colocar o Chelsea na decisão.
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