O Manchester City anunciou nesta terça-feira (27) a primeira contratação para a próxima temporada. Um dia após ver o capitão Ilkay Gundogan aceitar a oferta do Barcelona, o atual campeão da Premier League e da Uefa Champions League oficializou o acerto com o meia Mateo Kovacic.
O jogador de 29 anos estava no Chelsea e foi comprado pelo City por 25 milhões de libras esterlinas (R$ 153 milhões), com mais 5 milhões de libras (R$ 30,6 milhões) variáveis de acordo com o rendimento do jogador sob comando de Pep Guardiola. O contrato é até junho de 2027.
"É uma oportunidade incrível para mim e não vejo a hora de começar a jogar pelo City", afirmou o croata, ao site oficial do time de Manchester. "Todos que puderam assistir ao time com Pep sabem o quanto eles são bons. Para mim, é o melhor time do mundo, então é um sonho para qualquer jogador atuar aqui".
Kovacic herdou a camisa 8, justamente o número que ele usava no Chelsea e que foi vestida por Gundogan nas sete temporadas que passou no Etihad Stadium. O croata, que também passou por Inter de Milão e Real Madrid, pode atuar tanto como primeiro volante, como também de meia mais adiantado.
"É alguém que estamos monitorando há muito tempo e sempre nos impressionou por onde passou", afirmou o diretor Txiki Begiristain, também ao site oficial do City. "Foi uma decisão muito simples contratá-lo porque ele tem as qualidades técnicas e táticas que procuramos em um meio-campista. Mal posso esperar para ver o que ele pode fazer no nosso elenco".
Kovacic abre, portanto, o mercado de contratações do Manchester City, que deve ser mais movimentado nos próximos dias. O clube está atrás de Declan Rice, volante do West Ham, que inclusive recusou a primeira proposta dos atuais campeões ingleses, no valor de 90 milhões de euros (R$ 473 milhões).
Outro alvo de Pep Guardiola para a próxima temporada é Josko Gvardiol, zagueiro que, como Kovacic, joga na seleção da Croácia e que está no RB Leipzig. Para fechar com ele, porém, vai ser necessário abrir os cofres, já que o clube alemão deve exigir no mínimo 100 milhões de euros (R$ 526 milhões).
