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Herói do título do Manchester City, Rodri encantou Guardiola até por não ter tatuagens ou brinco

A quem esperava por Erling Haaland ou Kevin de Bruyne, o gol do cobiçado título do Manchester City na Uefa Champions League saiu dos pés de um herói improvável: Rodri, o volante que funciona como pilar do esquadrão de Pep Guardiola.

Contratado por 70 milhões de euros em 2019, após sucesso pelo Atlético de Madrid de Diego Simeone, Rodri encantou o treinador por ser um jogador capaz de suceder Fernandinho como primeiro volante e por características que vão muito além de sua qualidade como jogador.

"Rodri não tem tatuagens, brincos. Seu cabelo é como de um meio-campista defensor. Um meio-campista defensor deve ser assim: não pensar no resto", afirmou Guardiola, logo após a chegada de seu compatriota ao Etihad Stadium.

O meio-campista também tem outro lado curioso extracampo: é formado em administração de empresas. Talvez já um planejamento para o fim da carreira, quando Rodri poderá colocar todos esses conhecimentos em prática para um cargo de gestão fora dos gramados.

"Sim, eu sou um garoto normal. Nada mais. Para mim, é importante, no mundo em que vivemos, manter os pés no chão. Eu sempre fui muito normal. É o meu jeito de ser e é a vida que quero levar. Não é necessário ser muito extravagante, levar a vida ao limite de todas as maneiras. Estou bem, feliz nesta situação", disse o espanhol em entrevista ao jornal Marca em 2019.

Aos 26 anos, o volante vive o auge da carreira. É titular absoluto da equipe de Guardiola, também é peça recorrente nas convocações da seleção da Espanha e, agora, tem uma Liga dos Campeões da Europa para chamar de sua. Mais um título para o meio-campista.