Atacante foi um dos nomes da classificação rubro-negra no Allianz Parque, ao marcar um gol e dar assistência para o outro no empate por 2 a 2
Pablo saiu do banco para ajudar o Athletico-PR a eliminar o Palmeiras, atual bicampeão, e avançar à final da Conmebol Libertadores pelo segundo ano consecutivo. E, de quebra, se recuperou de um trauma que viveu no mesmo estádio um ano antes.
Quando vestia a camisa 9 do São Paulo, o atacante perdeu uma chance incrível contra o mesmo Palmeiras, nas quartas de final da Libertadores de 2021. O lance ajudou o Tricolor a ser eliminado pelo rival e a abreviar a passagem dele pelo Morumbi.
Um ano depois, Pablo saiu do banco de reservas para marcar uma vez e dar outra assistência no empate por 2 a 2, que colocou o Furacão na segunda final de Libertadores da sua história (a primeira foi em 2005). Após a partida, o atacante lembrou da tristeza que sentiu no ano passado e da oportunidade que teve para dar volta por cima.
"Primeiro teve os dois da final da Sul-Americana, que foram importantíssimos. Mas esse foi especial. Pelo outro clube que eu jogava, eu acabei perdendo um gol naquela mesma trave. E eu lembro que fiquei sem dormir, triste, chateado. Naquele momento, a gente acabou não se classificando para as semifinais", disse o jogador.
"O futebol te dá voltas, outras oportunidades. Hoje, um gol especial, que nos colocou de volta no jogo. E como eu venho falando, um time muito especial, com muita identificação, chega em uma sonhada final", continuou Pablo.
"É um clube que está crescendo cada vez mais. Estrutura incrível, gestão incrível. E vamos em busca da tão sonhada Libertadores e título. Sabemos que o adversário que vier vai ser muito difícil, mas com humildade queremos colocar nosso nome na história".
