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Guia de LALIGA: Real Madrid 'favoritaço', Barcelona e Atlético reforçados, projeções e o que saber sobre a temporada 2024/25

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Quem briga pelo título, disputa pela artilharia e mais: o que esperar da LALIGA 2024/25? (1:53)

Campeonato começa nesta quinta-feira (15) (1:53)

O campeão está mais forte do que era. Quem o desafia, investiu pesado para buscar o trono. E há ainda os emblemas tradicionais, que, por mais dificuldades que tenham, prometem encontrar uma maneira de dar emoção a um dos maiores campeonatos do mundo.

É resumidamente assim que se inicia nesta quinta-feira (15) mais uma temporada de LALIGA, o Campeonato Espanhol que dá seu pontapé inicial com dois jogos. O Athletic Bilbao recebe o Getafe às 14h (de Brasília), seguido de Betis x Girona às 16h, ambos com transmissão ao vivo no Disney+.

(Conteúdo oferecido por Novibet, Claro, Ford e Betfair)

São apenas dois dos 380 jogos que prometem demais na temporada 2024/25, cujas atrações só crescem. Na autêntica liga das estrelas, até badalados jogadores de outros campeonatos decidiram se juntar à disputa.

Multivencedor no PSG, Kylian Mbappé é a novidade do campeão Real Madrid, que, por mais que tenha perdido o agora aposentado Toni Kroos, parece mais forte do que nunca – e ainda tem Endrick, camisa 9 da seleção brasileira.

O Barcelona aposta em Dani Olmo, camisa 10 da Espanha campeã da Eurocopa e que volta ao seu país após brilhar pelo RB Leipzig, da Alemanha. A terceira força é o Atlético de Madrid, que investiu pesado em Julián Alvarez, colecionador de taças no Manchester City e na seleção da Argentina.

O trio de favoritos, deu para perceber, chega encorpado para a nova temporada. Mas o que pode se esperar dos outros? É isso que o ESPN.com.br tenta responder na nova edição do "Guia de LALIGA".

Nele, além de apresentar as informações básicas de cada um dos 20 participantes da competição, estão os principais reforços e baixas, o destaque de todos os clubes, um time-base e também prognóstico do que os times, tradicionais ou recém-promovidos, podem fazer assim que a bola rolar na Espanha.

Afinal, é possível parar o Real Madrid? Hansi Flick vai dar jeito no Barcelona? Quem será o Girona da vez? E a briga contra o rebaixamento? Confira abaixo tudo que projetamos e prepare-se para mais uma temporada que promete muito, fã de esporte!

FAVORITO

Real Madrid

  • Melhor campanha: campeão (36 vezes)

  • Última temporada: campeão (2023/24)

  • Estádio: Santiago Bernabéu (81.000 pessoas)

  • Técnico: Carlo Ancelotti

  • Destaques: Bellingham, Mbappé e Vinicius Jr.

  • Reforços: Kylian Mbappé (A, PSG), Endrick (A, Palmeiras)

  • Saídas: Joselu (A, Al Gharafa), Nacho Fernández (Z, Al Qadsiah), Toni Kroos (M, aposentadoria), Kepa (G, Chelsea)

A maior expectativa da temporada 2024/25 de LALIGA envolve o Real Madrid. Como será o encaixe de Kylian Mbappé em um ataque com Vinicius Jr., Rodrygo e Jude Bellingham? Qual será a formação tática? Como o time se defenderá? Que papel terá Endrick? Respostas que aparecerão em breve, mas sem dúvidas os madridistas são os favoritos na Espanha e também na Champions League, onde mais uma vez defenderão o título.

Os lesionados da temporada passada estão bem, casos de Thibaut Courtois, Éder Militão e David Alaba. Dani Carvajal voltou da Euro com o título e Arda Güler com novo status após grandes exibições. Toni Kroos não está mais no time, mas a juventude com Aurélien Tchouaméni, Eduardo Camavinga (que perde o início de temporada, lesionado) e Federico Valverde dão conta do recado, ao lado do veterano Luka Modric.

A defesa segue com poucos zagueiros, já que além de Militão e Alaba, o técnico Carlo Ancelotti conta somente com Antonio Rüdiger – certamente aproveitará Tchouaméni no setor também e alguns jovens podem aparecer. Para completar, o Santiago Bernabéu está praticamente com as obras finalizadas. Palco perfeito para um time que promete ser espetacular.

BRIGAM POR TÍTULO

Barcelona

  • Melhor campanha: campeão (27 vezes)

  • Última temporada: vice-campeão (2023/24)

  • Estádio: Olímpico Lluís Companys (55.926 pessoas)

  • Técnico: Hansi Flick

  • Destaques: Gundogan, Lamine Yamal e Lewandowski

  • Reforços: Dani Olmo (M, RB Leipzig), Pau Víctor (A, Girona)

  • Saídas: Chadi Riad (Z, Betis), Marc Guiu (A, Chelsea), Estanis Pedrola (A, Sampdoria), Sergiño Dest (L, PSV), Marcos Alonso (L, sem clube), Sergi Roberto (V, sem clube)

A troca de Xavi por Hansi Flick e a contratação de Dani Olmo geram sensações muito positivas sobre a temporada 2024/25 do Barcelona. Se o treinador alemão conseguir deixar os problemas políticos e administrativos do Barça longe do vestiário, o time tende a ser muito bom e brigar pelo título.

Por mais que a expectativa criada pela chegada de Nico Williams tenha se tornado em decepção, a equipe ainda é muito forte. Ilkay Gundogan vai para a segunda temporada como culé e terá ao seu lado no meio-campo, já recuperado fisicamente, Frenkie de Jong. Espera-se muito também de Pedri e Gavi, principalmente que fiquem longe de lesões.

Robert Lewandowski permanece como a referência, com Raphinha sendo importantíssimo no ataque. Sem falar, é claro, em Lamine Yamal, grande estrela jovem do futebol espanhol e de quem se espera, nesta temporada, o estabelecimento como um dos melhores atacantes do mundo. O Barça está melhor agora do que no ano passado.

Atlético de Madrid

  • Melhor campanha: campeão (11 vezes)

  • Última temporada: 4º lugar (2023/24)

  • Estádio: Cívitas Metropolitano (70.460 pessoas)

  • Técnico: Diego Simeone

  • Destaques: De Paul, Griezmann e Alvarez

  • Reforços: Julián Alvarez (A, Manchester City), Robin Le Normand (Z, Real Sociedad), Alexander Sorloth (A, Villarreal)

  • Saídas: Álvaro Morata (A, Milan), Caglar Soyuncu (Z, Fenerbahçe), Gabriel Paulista (Z, Besiktas), Stefan Savic (Z, Trabzonspor), Saúl Ñíguez (M, Sevilla), Memphis Depay (A, sem clube)

O Atleti passou por uma transformação com o mercado de verão. As contratações de Julián Alvarez, Alexander Sorloth e Robin Le Normand mudam o patamar do time. Pela qualidade desses atletas, pelo valor gasto com eles (mais de 150 milhões de euros) e o maior salário do mundo pago a um treinador, é necessário cobrar do Atlético de Madrid a briga pelo título.

Diego Simeone não vai mudar sua forma de jogo, a cobrança não deve passar por aí. E sim por maior competitividade em LALIGA para disputar com Real Madrid e Barcelona. Jogadores saíram, casos de Álvaro Morata, Memphis Depay, Mário Hermoso, Saúl e Stefan Savic. Porém, com todos que ficaram, o time agora está mais forte – ou ao menos precisa estar.

Será também a segunda temporada de Samuel Lino como colchonero. O atacante brasileiro, adaptado à ala no esquema tática de Simeone (3-4-3 ou 3-5-2), deve seguir com protagonismo. E pelo andar da carruagem, o mercado do Atleti ainda deve render notícias: no momento da publicação deste texto, Connor Gallagher ainda não foi apresentado e João Félix permanece em Madri, assim como Samu Omorodion.

SONHAM COM COPAS EUROPEIAS

Athletic Bilbao

  • Melhor campanha: campeão (8 vezes)

  • Última temporada: 5º lugar (2023/24)

  • Estádio: San Mamés (53.289 pessoas)

  • Técnico: Ernesto Valverde

  • Destaques: Unai Simón, Nico Williams e Iñaki Williams

  • Reforços: Álvaro Djaló (A, Braga), Andoni Gorosabel (L, Alavés)

  • Saídas: Iker Muniain (A, sem clube), Unai Núñez (Z, Celta), Asier Villalibre (A, Alavés), Imanol García de Albéniz (L, Sparta Praga), Dani García (M, Olympiacos), Jon Morcillo (A, Albacete), Juan Artola (A, Leonesa)

Mais importante do que qualquer contratação, para o Athletic Club a permanência de Nico Williams é mais importante do que qualquer outra coisa. O atacante foi um dos destaques da Espanha na última Euro e era desejado pelo Barcelona. Fica em Bilbao e se espera muito protagonismo dele não apenas no time, mas em LALIGA nesta temporada.

Ernesto Valverde tem em mãos um dos times mais fortes da primeira divisão espanhola. Atual campeão da Copa do Rei, terminou em quinto na temporada passada, muito também pela prioridade que deu à Copa. Dividirá atenções agora com a Europa League e tem como objetivo dar o próximo passo na classificação, se colocando entre os quatro primeiros e garantindo vaga na Champions – que também poderia vir com o título continental.

Ainda assim, Valverde ganhou pelo menos um bom reforço, o atacante Álvaro Djaló, que chega do Braga para reforçar o setor ofensivo do time que conta também com Iñaki Williams e Gorka Guruzeta. Vale lembrar, sempre, que o Athletic faz parte do grupo que conta também com Barcelona e Real Madrid como únicos times jamais rebaixados da primeira divisão.

Betis

  • Melhor campanha: campeão (1934/35)

  • Última temporada: 7º lugar (2023/24)

  • Estádio: Benito Villamarín (60.720 pessoas)

  • Técnico: Manuel Pellegrini

  • Destaques: Bakambu, William Carvalho e Fekir

  • Reforços: Marc Roca (V, Leeds United), Romain Perraud (L, Southampton), Diego Llorente (Z, Leeds United), Iker Losada (A, Racing Ferrol), Adrián (G, Liverpool), Ricardo Rodríguez (L, Torino)

  • Saídas: Chadi Riad (Z, Crystal Palace), Abner (L, Lyon), Germán Pezzella (Z, River Plate), Ayoze Pérez (A, Villarreal), Willian José (A, Spartak Moscou), Rober González (A, NEC), Juan Cruz (A, Leganés), Juan Miranda (L, Bologna), Guido Rodríguez (V, West Ham), Claudio Bravo (G, sem clube)

Entre as chegadas e partidas do Betis, a impressão que passam é de um time inferior ao da temporada passada, quando terminou na sétima posição, classificado para os playoffs da Conference League. A gota d'água foi perder Ayoze Pérez para o Villarreal, por não conseguir oferecer uma boa proposta salarial e o jogador ter cláusula de rescisão de apenas 4 milhões de euros (R$ 24 milhões).

Os reforços que chegaram, como os laterais Ricardo Rodríguez e Romain Perraud ou o zagueiro Diego Llorente, ajudam a encorpar o elenco, mas não mudam o patamar de um time que se acostumou a brigar por competições continentais e precisará se superar agora para se manter assim.

O veterano técnico Manuel Pellegrini, desde 2020 no cargo, terá muito trabalho para tirar o melhor do Betis nesta temporada – e isso passa muito pelo talento do capitão Nabil Fekir.

Girona

  • Melhor campanha: 3º lugar (2023/24)

  • Última temporada: 3º lugar (2023/24)

  • Estádio: Montilivi (14.624 pessoas)

  • Técnico: Míchel

  • Destaques: Gazzaniga, Blind e Van de Beek

  • Reforços: Abel Ruiz (A, Braga), Ladislav Krejci (Z, Sparta Praga), Alejandro Francés (Z, Zaragoza), Donny van de Beek (M, Manchester United), Gabriel Misehouy (M, Ajax), Bryan Gil (A, Tottenham), Oriol Romeu (V, Barcelona)

  • Saídas: Artem Dovbyk (A, Roma), Aleix García (M, Bayer Leverkusen), Pau Víctor (A, Barcelona), Alexander Callens (Z, AEK Atenas), Gabri Martínez (A, Braga), Álex Sala (M, Córdoba), Arnau Ortiz (A, Slask Wroclaw)

Sensação da temporada passada, o Girona disputará a Champions League pela primeira vez, o que costuma ser bastante exigente para clubes pequenos ao conciliar com o campeonato nacional. O técnico Míchel segue na Catalunha, mas o time mudou bastante.

Não estão mais Savinho (Manchester City), Yan Couto (Borussia Dortmund), Eric García (retorno ao Barcelona), Aleix García (Bayer Leverkusen) e Artem Dovbyk (Roma), cinco titulares indiscutíveis. Não é fácil repor tantas saídas importantes.

De qualquer modo, fazer parte do City Football Group lhe fornece condições para ir ao mercado e buscar bons negócios. Assim, a expectativa está sobre o bom rendimento de quem chegou: Abel Ruiz para o ataque, Ladislav Krejci para a defesa e Donny van de Beek para o meio-campo, sem falar em Bryan Gil e Oriol Romeu. Prevendo todas dificuldades possíveis, o Girona ficará feliz se conseguir novamente vaga em torneios continentais.

Real Sociedad

  • Melhor campanha: campeão (2 vezes)

  • Última temporada: 6º lugar (2023/24)

  • Estádio: Reale Arena (39.500 pessoas)

  • Técnico: Imanol Alguacil

  • Destaques: Remiro, Kubo e Oyarzabal

  • Reforços: Luka Sucic (M, RB Salzburg), Sergio Gómez (L, Manchester City), Javi López (L, Alavés)

  • Saídas: Robin Le Normand (Z, Atlético de Madrid), Diego Rico (L, Getafe), Álex Sola (A, Getafe), Roberto López (M, Leganés), Martín Merquelanz (A, Eibar), Jon Karrikaburu (A, Racing Santander)

Classificada para a Europa League após o sexto lugar da temporada passada, a Real Sociedad entra em 2024/25 novamente muito forte e como um dos melhores times da Espanha. O torneio internacional demandará bastante da equipe basca, e esse será o ponto de equilíbrio para entender as reais perspectivas pela frente.

Na teoria, a Real Sociedad tem plenas condições de buscar uma vez mais o quarto lugar, colocação em 2022/23. Isso exigirá muito do elenco para conciliar as atenções entre LALIGA e Europa League. Como acontece desde 2018, Imanol Alguacil está à frente da equipe.

O treinador perdeu Robin Le Normand, líder da defesa, mas ganhou duas boas apostas: o meio-campista croata Luka Sucic, que chega do Red Bull Salzburg, e o lateral-esquerdo espanhol Sergio Gómez, campeão olímpico em Paris, que deixou o Manchester City.

Villarreal

  • Melhor campanha: vice-campeão (2007/08)

  • Última temporada: 8º lugar (2023/24)

  • Estádio: La Cerámica (23.500 pessoas)

  • Técnico: Marcelino

  • Destaques: Parejo, Baen e Danjuma

  • Reforços: Willy Kambwala (Z, Manchester United), Ayoze Pérez (A, Betis), Diego Conde (G, Leganés), Nicolas Pépé (A, Trabzonspor), Pepe Gueye (V, Olympique de Marselha), Sergi Cardona (L, Las Palmas)

  • Saídas: Alexander Sorloth (A, Atlético de Madrid), Filip Jorgensen (G, Chelsea), Ben Brereton Díaz (A, Southampton), Jorge Cuenca (Z, Fulham), Johan Mojica (L, Mallorca), Haissem Hassan (A, Oviedo), Bertrand Traoré (A, Ajax), Aissa Mandi (Z, Lille), Alberto Moreno (L, Como), José Luis Morales (A, Levante), Manu Trigueros (M, Granada), Pepe Reina (G, Como), Carlos Romero (L, Espanyol), Jorge Pascual (A, Eibar), Étienne Capoue (V, sem clube), Francis Coquelin (V, sem clube)

De fora das competições continentais, o Villarreal tem como grande objetivo se classificar novamente para os torneios da Uefa. Campeão da Europa League em 2021 e semifinalista da Champions no ano seguinte, o clube está acostumado a dividir seu calendário internacionalmente e também com o dinheiro que entra nos cofres através dessas competições.

Saídas importantes aconteceram e renderam boa grana, casos de Alexander Sorloth para o Atlético de Madrid e Filip Jorgensen para o Chelsea – totalizando mais de 50 milhões de euros (R$ 300 milhões). Como sempre, o mercado do Submarino Amarillo foi bem interessante, com a aposta no jovem zagueiro francês Willy Kambwala, de apenas 19 anos, que chega do Manchester United, além de Pape Gueye, ex-Sevilla e Marseille, para o meio-campo, e Ayoze Pérez, oportunidade de mercado que custou somente 4 milhões de euros (R$ 24 milhões) pagos ao Betis.

Já para o ataque Gerard Moreno segue como referência, tendo Arnaut Danjuma ao lado. Nicolas Pépé, após deixar o Arsenal, se juntou ao Villarreal e é outra aposta da equipe do excelente técnico Marcelino García Toral. Assim, uma vaga na próxima Conference ou Europa League é a realidade para o Villarreal.

MEIO DE TABELA

Alavés

  • Melhor campanha: 6º lugar (1999/00)

  • Última temporada: 10º lugar (2023/24)

  • Estádio: Mendizorroza (19.840 pessoas)

  • Técnico: Luis Garcia Plaza

  • Destaques: Luka Romero, Conechny e Guridi

  • Reforços: Tomás Conechny (A, Godoy Cruz), Hugo Novoa (L, Rb Leipzig), Asier Villalibre (A, Athletic Bilbao), Stoichkov (A, Eibar), Facundo Garcés (Z, Colón), Moussa Diarra (Z, Toulouse), Manu Sánchez (L, Celta), Luka Romero (M, Milan)

  • Saídas: Javi López (L, Real Sociedad), Rubén Duarte (L, Pumas), Miguel de la Fuente (A, Leganés), Andoni Gorosabel (L, Athletic Bilbao), Xeber Alkain (A, Eibar), Alan Godoy (A, Eldense), Álex Balboa (M, Almere City)

O retorno à primeira divisão na temporada passada foi extremamente seguro. O décimo lugar na tabela deixou o Alavés distante de qualquer luta contra o rebaixamento. Seria possível sonhar com algo a mais agora? Improvável.

O grande objetivo da equipe é repetir essa campanha tranquila, sem sustos ou riscos de descenso. O time perdeu alguns jogadores importantes, como Javi López (negociado com a Real Sociedad) e Andoni Gorosabel (que acertou livre com o Athletic Cllub), mas buscou na Argentina o atacante Tomás Conechny, ex-Godoy Cruz, e na França o zagueiro Moussa Diarra (ex-Toulouse).

O técnico Luis García, no cargo desde 2022 e responsável pelo acesso em 2023, permanece no cargo, o que é garantia da manutenção do padrão de jogo da equipe. Jogar em Mendizorroza segue também como um problema para os adversários – na temporada passada, nove das 12 vitórias do Alavés foram em Vitoria-Gasteiz.

Celta

  • Melhor campanha: 4º lugar (1947/48 e 2002/03)

  • Última temporada: 14º lugar (2023/24)

  • Estádio: Balaídos (28.870 pessoas)

  • Técnico: Claudio Giráldez

  • Destaques: Aspas, Bamba e Borja Iglesias

  • Reforços: Unai Núñez (Z, Athletic Bilbao), Borja Iglesias (A, Betis), Ilaix Moriba (M, RB Leipzig)

  • Saídas: Jorgen Strand Larsen (A, Wolverhampton), Carles Pérez (A, Getafe), Manu Sánchez (L, Alavés), Carlos Dotor (M, Oviedo)

Na temporada passada, o Celta criou grande expectativa por contar com Rafa Benítez no banco. As coisas não saíram como planejado e o veterano treinador espanhol foi demitido em março. Acabou substituído por Claudio Giráldez, profissional que agora está com apenas 36 anos, passou por toda estrutura de futebol do clube e abre uma temporada como treinador principal pela primeira vez na vida.

Para evitar problemas com a classificação, o Celta buscou Borja Iglesias no Betis e Ilaix Moriba no RB Leipzig, ambos por empréstimo. Segue com o eterno Iago Aspas como referência e também com o meio-campista brasileiro Jailson. Perdeu o norueguês Jorgen Strand Larsen, mas contratou o Panda justamente para substitui-lo.

Não deve lutar contra o rebaixamento, vai permanecer no meio da tabela e se os gols de Borja Iglesias saírem, Ilaix voltar a jogar em alto nível e a equipe evoluir, pode até sonhar com algo a mais na tabela – dependendo do que acontecer com as vagas europeias, quem sabe uma Conference.

Getafe

  • Melhor campanha: 5º lugar (2018/19)

  • Última temporada: 12º lugar (2023/24)

  • Estádio: Coliseum Alfonso Pérez (17.700 pessoas)

  • Técnico: Pepe Bordalás

  • Destaques: David Soria, Alderete e Aleñá

  • Reforços: Peter Federico (A, Real Madrid Castilla), Jiri Letacek (G, Banik Ostrava), Diego Rico (L, Real Sociedad), Álex Sola (A, Real Sociedad), Chrisantus Uche (M, Ceuta), Carles Pérez (A, Celta)

  • Saídas: Mason Greenwood (A, Olympique de Marselha), Enes Ünal (A, Bournemouth), Choco Lozano (A, Santos Laguna), Nemanja Maksimovic (M, Panathinaikos), Jaime Mata (A, Las Palmas), Darío Poveda (A, Farense)

Sob o comando do técnico José Bordalás, o Getafe costuma ser sempre muito competitivo. A temporada passada marcou, inclusive, uma mudança de estilo do treinador, que fez com que a equipe da região metropolitana de Madri jogasse mais ofensivamente. Só que peças bem importantes saíram.

A principal delas é Mason Greenwood; o atacante inglês, emprestado pelo Manchester United, deixou o clube e se transferiu para o Olympique de Marseille. Nemanja Maksimovic é outro que foi embora, assim como o experiente atacante Jaime Mata. O mercado com Diego Rico, Peter Federico e Carles Pérez não empolga...

Assim, no final das contas, a estabilidade do Getafe em LALIGA deve ser colocada à prova – desde 2004-05, não esteve na primeira divisão apenas uma vez.

Mallorca

  • Melhor campanha: 3º lugar (1998/99 e 2000/01)

  • Última temporada: 15º lugar (2023/24)

  • Estádio: Visit Mallorca Estadi (26.020 pessoas)

  • Técnico: Jagoba Arrasate

  • Destaques: Morey, Muriqi e Abdón

  • Reforços: Johan Mojica (L, Villarreal), Mateu Morey (L, Borussia Dortmund), Takuma Asano (A, Bochum)

  • Saídas: Predrag Rajkovic (G, Al Ittihad), Amath Ndiaye (A, Valladolid), Jaume Costa (L, Albacete), Iddrisu Baba (M, Almería), Josep Gayá (Z, Tenerife)

Javier Aguirre se foi e Jagoba Arrasate chegou. O Mallorca, ao perder o veterano treinador mexicano, acertou em escolher o excelente técnico basco, de passagem muito positiva pelo Osasuna – vice-campeão da Copa do Rei há dois anos.

Da Alemanha chegaram também Mateu Morey (Borussia Dortmund) e Takuma Asano (Bochum). A maior perda foi a saída do goleiro sérvio Predrag Rajkovic, negociado por 8 milhões de euros (R$ 48 milhões) com o Al Ittihad, da Arábia Saudita. O principal destaque, de qualquer maneira, segue sendo o centroavante kosovar Vedat Muriqi, totalmente adaptado à vida em Palma de Mallorca.

Muito pelo novo técnico, há boa expectativa em relação ao Mallorca. Se o trabalho realmente evoluir, podemos imaginar o time na metade da tabela, incomodando as equipes mais acima.

Osasuna

  • Melhor campanha: 4º lugar (1990/91)

  • Última temporada: 11º lugar (2023/24)

  • Estádio: El Sadar (19.800 pessoas)

  • Técnico: Vicente Moreno

  • Destaques: Budimir, Moncayola e Zaragoza

  • Reforços: Abel Bretones (L, Oviedo), Bryan Zaragoza (A, Bayern de Munique)

  • Saídas: David García (Z, Al Rayyan), Ander Yoldi (A, Córdoba)

Após seis temporadas positivas sob o comando de Jagoba Arrasate, técnico e clube decidiram encerrar a parceria. Vicente Moreno foi chamado para o lugar, com a dura missão de manter o Osasuna como um dos times mais competitivos de LALIGA.

O elenco é basicamente o mesmo da temporada passada – curiosamente, com um único estrangeiro: o artilheiro croata Ante Budimir. A principal saída foi a venda do zagueiro David García por quase 9 milhões de euros (R$ 54 milhões) para o Al Rayyan, do Catar. Por outro lado, o clube conseguiu o empréstimo do atacante Bryan Zaragoza, que praticamente não jogou pelo Bayern.

A temporada dependerá muito do entrosamento entre novo técnico e um elenco acostumado a outro profissional. Se isso acontecer, o meio de tabela é o cenário mais natural para o Osasuna.

Sevilla

  • Melhor campanha: campeão (1945/46)

  • Última temporada: 13º lugar (2023/24)

  • Estádio: Ramón Sánchez Pizjuán (42.714 pessoas)

  • Técnico: Xavier García Pimienta

  • Destaques: Nyland, Nianzou e Saúl

  • Reforços: Lucien Agoumé (V, Inter de Milão), Peque Fernández (A, Racing Santander), Kelechi Iheanacho (A, Leicester), Chidera Ejuke (A, CSKA Moscou), Albert Sambi Lokonga (M, Arsenal), Saúl Ñíguez (M, Atlético de Madrid), Álvaro Fernández (G, Huesca)

  • Saídas: Youssef En-Nesyri (A, Fenerbahçe), Luismi Cruz (A, Tenerife), Óliver Torres (M, Monterrey), Ludwig Augustinsson (L, Anderlecht), Thomas Delaney (M, Copenhagen), Erik Lamela (A, AEK Atenas), Federico Gattoni (Z, River Plate), Rafa Mir (A, Valencia), Adnan Januzaj (A, Las Palmas), Sergio Ramos (Z, sem clube)

A última temporada do Sevilla quase se tornou um desastre esportivo. Por várias rodadas o time lutou contra o rebaixamento e chegou a estar na zona de descenso. Ao final terminou distante desse pesadelo, na 14ª posição, mas muito distante da briga por torneios continentais, como sempre nos acostumamos a ver o Rei da Europa League. O que vai acontecer em 2024/25?

O mais fácil seria apostar na recuperação do time, mas hoje é mais provável o meio de tabela como destino. A principal aposta do Sevilla está no banco: o técnico Francisco García Pimienta, que saiu da base do Barcelona para bom trabalho no Las Palmas, será o comandante de um time que passou por mudanças importantes.

Começando pela saída de Sergio Ramos e já projetando a aposentadoria de Jesús Navas prevista para o final do ano. Youssef En-Nesyri saiu e o mercado de chegada não foi muito empolgante. De qualquer modo, García Pimienta é um treinador bastante autoral, portanto, se o elenco assimilar bem suas ideias, o Sevilla pode conseguir algo melhor do que apenas o meio da tabela. Por enquanto essa não é a realidade.

Valencia

  • Melhor campanha: campeão (6 vezes)

  • Última temporada: 9º lugar (2023/24)

  • Estádio: Mestalla (48.600 pessoas)

  • Técnico: Rubén Baraja

  • Destaques: Mamardashvili; Pepelu e Hugo Duro

  • Reforços: Dani Gómez (A, Levante0, Stole Dimitrievski (G, Rayo Vallecano), Rafa Mir (A, Sevilla)

  • Saídas: Eray Comert (Z, Valladolid), Cristian Rivero (G, Albacete)

O Valencia inicia mais uma temporada sob as ordens de Peter Lim, o dono de clube mais odiado do mundo, muito provavelmente. A relação da torcida com o empresário singapurense, proprietário do clube há dez anos, é a pior possível, e as decisões esportivas justificam o descontentamento.

Há muito tempo o Valencia se tornou um balcão de negócios para Lim, que pouso se importa com os resultados esportivos e mira apenas o lucro, em detrimento de qualquer sentimento do torcedor. O goleiro georgiano Giorgi Mamardashvili, uma das sensações da última Euro, dificilmente ficará até o final da temporada. Ao menos o clube buscou no Rayo Vallecano o bom Stole Dimitrievski.

À frente da equipe, o técnico Rubén Baraja fez surpreendentemente um bom trabalho em 2023/24, levando o time ao nono lugar, quando havia projeções de luta contra o rebaixamento. A repetição desse cenário, dentro da realidade atual do Valencia, é o principal objetivo. Apesar de ser algo muito distante do tamanho e da história que o clube possui.

LUTA CONTRA REBAIXAMENTO

Espanyol

  • Melhor campanha: 3º lugar (1932/33, 1966/67, 1972/73 e 1986/87)

  • Última temporada: 4º lugar da segunda divisão (2023/24)

  • Estádio: Cornellà-El Prat (40.500 pessoas)

  • Técnico: Manolo González

  • Destaques: Cabrera, Alejo e Pere Milla

  • Reforços: Irvin Cardona (A, Augsburg), Álvaro Tejero (L, Eibar), Alejo Véliz (A, Tottenham), Alex Král (V, Union Berlin), Carlos Romero (L, Villarreal)

  • Saídas: Nico Melamed (M, Almería), Martin Braithwaite (A, Grêmio), Keidi Bare (M, Zaragoza), Óscar Gil (L, Leuven)

Após bater na segunda divisão e voltar à elite após apenas uma temporada, com sofrimento pelos playoffs, o Espanyol terá pela frente uma dura missão. Há expectativa de que o time não lute contra o rebaixamento, muito pela empolgação com o acesso, mas a realidade será complicada.

Os principais reforços chegaram por empréstimo, casos do centroavante argentino Alejo Véliz (Tottenham), do meia russo Alex Král (Union Berlim) e do atacante francês Irwin Cardona (Augsburg). O técnico Manolo González, que assumiu na reta final da temporada passada, permanece no cargo. Quem foi embora foi Martin Braithwaite, que trocou Barcelona por Porto Alegre para defender o Grêmio.

No geral, a equipe está abaixo da exigência técnica e competitiva de LALIGA. Assim, é difícil imaginar o Espanyol na parte de cima da tabela.

Las Palmas

  • Melhor campanha: 2º lugar (1968/69)

  • Última temporada: 16º lugar (2023/24)

  • Estádio: Gran Canaria (31.250)

  • Técnico: Luis Miguel Carrión

  • Destaques: Sinkgraven, Januzaj e Cillessen

  • Reforços: Marvin Park (A, Real Madrid Castilla), Manu Fuster (A, Albacete), Jasper Cillessen (G, NEC), Dinko Horkas (G, Loko Plovdiv), Jaime Mata (A, Getafe), Iván Gil (M, Andorra), Álex Muñoz (Z, Levante), Scott McKenna (Z, Nottingham Forest), Oli McBurnie (A, Sheffield), Viti Rozada (A, Oviedo)

  • Saídas: Saúl Coco (Z, Torino), Eric Curbelo (Z, Real Sporting), Aarón Escandell (G, Oviedo), Sergi Cardona (L, Villarreal), Álvaro Lemos (L, Oviedo), Nuke Mfulu (V, Deportivo La Coruña)

Na prática, o excelente primeiro turno do Las Palmas na temporada passada salvou a equipe do rebaixamento. O time passou as últimas 14 rodadas sem vencer, mas mesmo assim terminou na 16ª posição.

Os pontos somados foram resultado de um futebol envolvente e de muitos passes, diretrizes do técnico Francisco García Pimienta, agora à frente do Sevilla. Luis Carrión, após quase levar o Real Oviedo ao acesso, foi o escolhido para ser o substituto.

Apesar do mercado interessante que o clube conseguiu – retorno do goleiro holandês Jasper Cillessen ao futebol espanhol, compra em definitivo de Marvin e empréstimo de Adnan Januzaj – a tendência é de luta contra o rebaixamento.

Leganés

  • Melhor campanha: 13º lugar (2018/19)

  • Última temporada: campeão da segunda divisão (2023/24)

  • Estádio: Municipal de Butarque (12.454 pessoas)

  • Técnico: Borja Jiménez

  • Destaques: Sérgio González, Dmitrovic e Brasanac

  • Reforços: Miguel De La Fuente (A, Alavés), Juan Cruz (A, Betis), Enric Franquesa (L, Levante), Juan Soriano (G, Tenerife), Valentin Rosier (L, Besiktas), Roberto López (M, Real Sociedad), Óscar Rodríguez (M, Sevilla), Marko Dmitrovic (G, Sevilla)

  • Saídas: Diego Conde (G, Villarreal), Dani Jiménez (G, Huesca), Sergio Navarro (A, Alcorcón), Iker Undabarrena (M, Johor), Luis Perea (V, Racing Ferrol), Jorge Miramón (L, AEK Larnaca)

Entre todos os times que disputarão a temporada 2024/25 de LALIGA, o Leganés é aquele que há mais tempo não aparecia na primeira divisão. O retorno da equipe, localizada na cidade de mesmo nome ao sul da capital espanhola, fez com que a Comunidad de Madrid tivesse cinco clubes na elite pela primeira vez desde 2018 – Getafe, Rayo Vallecano, Real Madrid e Atleti são os outros representantes.

Só que a vida dos pepineros, como são conhecidos (muito antigamente, a Vila de Leganés era conhecida pela produção de pepinos), deve ser bem complicada. Modesto e com pouco orçamento, não possui condições de fazer grandes contratações. Perdeu o goleiro Diego Conde, titular na campanha de acesso e negociado com o Villarreal, mas foi criativo no mercado ao buscar, como agente livre, o sérvio Marko Dmitrovic, que chegou justamente do Sevilla.

Permanecer na primeira divisão é o maior objetivo possível para esse simpático clube, adepto de campanhas sociais educativas. O Leganés, costumeiramente, promove temas de conscientização social em suas camisas e no estádio Butarque.

Rayo Vallecano

  • Melhor campanha: 8º lugar (2012/13)

  • Última temporada: 17º lugar (2023/24)

  • Estádio: Vallecas (15.101 pessoas)

  • Técnico: Iñigo Pérez

  • Destaques: Isi Palazón, Camello e Álvaro García

  • Reforços: Pedro Díaz (M, Bordeaux), Pelayo Fernández (Z, Barcelona), Gerard Gumbau (V, Granada), Adrián Embarba (A, Almería)

  • Saídas: Andrés Martín (A, Racing Santander), Stole Dimitrievski (G, Valencia), Radamel Falcao (A, Millonarios), José Pozo (M, sem clube)

Há duas temporadas o Rayo Vallecano foi uma das sensações de LALIGA. Já na passada sofreu bastante e se salvou do rebaixamento apenas nas rodadas finais. Em 2024/25 a tendência é de sofrimento. O jovem técnico Iñigo Pérez, de 36 anos, abre pela primeira vez uma temporada à frente de um time.

Algumas figuras referentes do Rayo nos últimos anos permanecem, casos de Isi Palazón, Óscar Trejo e Álvaro García. Outros foram embora, essencialmente o atacante colombiano Radamel Falcao García e o goleiro norte-macedônio Stole Dimitrievski. O mercado foi bem discreto, destaque apenas para o jovem zagueiro Pelayo Fernández, que deixou a base do Barça.

Enquanto isso, a política segue forte no clube. O Rayo é historicamente vinculado à esquerda, mas que desde 2011 tem Raúl Martin Presa, ligado à extrema-direita espanhola, como proprietário. A situação resulta em protestos durante todos os jogos que acontecem em Vallecas. Recentemente, apoiado pela presidente da Comunidad de Madrid, Isabel Díaz Ayuso (PP, partido de direita no país), cogitou transferir o Rayo Vallecano de seu mítico estádio.

Real Valladolid

  • Melhor campanha: 4º lugar (1962/63)

  • Última temporada: 2º lugar na segunda divisão (2023/24)

  • Estádio: José Zorrilla (26.512 pessoas)

  • Técnico: Paulo Pezzolano

  • Destaques: Comert, Lucas Rosa e Kenedy

  • Reforços: Stipe Biuk (A, Los Angeles), Víctor Meseguer (M, Granada), Juanmi Latasa (A, Real Madrid), Raúl Moro (A, Lazio), Amath Ndiaye (A, Mallorca), Stanko Juric (V, Parma), André Ferreira (G, Granada), Eray Comert (Z, Valencia)

  • Saídas: Monchu (M, Aris Saloniki), Sergio Escudero (L, Deportivo La Coruña), Jordi Masip (G, sem clube), Álvaro Negredo (A, sem clube)

O Valladolid ainda tem Ronaldo como presidente. Isso pode mudar, já que a intenção do brasileiro é vender o clube espanhol. Por enquanto, para início de temporada, essa é a realidade do atual vice-campeão da segunda divisão espanhola, que volta à elite após um ano.

Paulo Pezzolano, ex-Cruzeiro, permanece à frente do time, apesar de algumas polêmicas com a torcida na celebração do acesso. O Valladolid é também um dos times com mais jogadores brasileiros de LALIGA: os atacantes Kenedy e Marcos André, além do lateral-esquerdo Lucas Rosa.

Na prática, o principal objetivo do Valladolid é permanecer na elite por duas temporadas seguidas, algo que não acontece desde o período entre 2018/19 e 2020/21, quando o time ficou três anos seguidos na elite do futebol espanhol. Além disso, entender melhor os planos de Ronaldo.