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Filho de Ramón Díaz diz que não está preocupado com momento do Corinthians e promete: 'Vamos brigar por coisas importantes'

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Emiliano Díaz diz não estar preocupado e projeta Corinthians ao fim da janela: 'Vamos brigar por coisas importantes' (1:47)

Auxiliar técnico do Corinthians comenta protestos da torcida após o sexto jogo sem vitória (1:47)

Neste sábado (10), na Neo Química Arena, o Corinthians ficou no 1 a 1 com o Red Bull Bragantino e chegou ao quarto jogo consecutivo sem vitória no Brasileirão. E após o apito final, a Fiel protestou mais uma vez.

Em entrevista coletiva, porém, Emiliano Díaz, filho e auxiliar do técnico Ramón Díaz, o momento não preocupa. E aproveitou para mandar um recado direto aos torcedores de que confia neste time e que ele terminará a temporada brigando por coisas grandes - e não pelo rebaixamento como agora.

"O torcedor sempre tem a razão. Aconteça o que aconteça, o apoio do torcedor é inacreditável. Não param de cantar e apoiar nos 90 minutos. É normal que eles fiquem preocupados pela situação do clube. Eu já vivi essa situação há 1 ano (no Vasco) e é completamente diferente à esperança que o time pode dar na frente. O recado que quero deixar (à torcida) é que sigam acreditando, que sigam acreditando na gente, vamos dar a vida por essa camisa, pelo Corinthians. Eu não estou preocupado porque as coisas vão acontecer bem. Estou muito confiante de que o Corinthians não vai sofrer o que muitos acham que vai. Temos confiança em nós como comissão e no elenco que temos e estamos armando, ainda tem gente para chegar. Fiquem tranquilos, vamos da a vida. Vai dar certo, tenho total confiança nesse elenco. Com o elenco que vamos armar ao final da janela, vamos brigar por coisas importantes", começou por dizer.

Ainda em relação aos possíveis reforços que podem chegar até o final da janela deste segundo semestre, Emi respondeu sobre o volante colombiano Gustavo Cuéllar, do Al Shabab, e foi direto sobre o andamento das negociações.

"O clube está fazendo um esforço enorme, mas não depende do clube. Depende do jogador e do clube que ele está. Falamos com o Gustavo, ele é da nossa confiança, mas o clube às vezes deixa ou não. E não podemos estar sempre esperando. Mas o clube está fazendo um esforço para trazê-lo, mas às vezes não depende só do clube. Os nomes vocês sabem, mas não adianta fazer falsas promessas para o torcedor e para a imprensa, não depende de nós, depende de outros. Às vezes o jogador não quer vir, ou quer vir, mas o clube não deixa. Não é tão fácil como comprar um bolo e levar à casa. O clube fez esforço para trazer Cuéllar, depende da outra parte. Não posso mentir ao torcedor, não depende de nós, depende de outras pessoas. Mas estamos confiantes de que vamos armar um grande time para brigar este ano e para o futuro, para deixar uma estrutura para o Corinthians", prosseguiu.

"Acho que fomos superiores a todos os rivais que jogamos contra, salvo contra o Juventude, que não gostamos nada, mas depois fomos superiores a todos os rivais que jogamos. Falta a finalização, estamos tendo chances de gol, mas não estamos finalizando como pretendemos. Os empates preocupam, em algum momento essa chave tem que ser virada. Falta o último toque para fazer o gol, de 7 chances temos que fazer mais", finalizou.

Diante do Red Bull Bragantino, o Corinthians viu Helinho abrir o placar para o Massa Bruta no fim do primeiro tempo. Nos acréscimos da etapa final, o estreante Talles Magno deixou tudo igual.

Com o resultado, o Timão foi a 21 pontos e abre o Z-4, empatado em pontos com o Internacional, que tem mais vitórias e por isso não está na zona da degola no momento.

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