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Corinthians estuda ir à Fifa contra o Talleres por não liberar Garro; entenda o imbróglio

Rodrigo Garro durante treinamento do Corinthians Rodrigo Coca/Agência Corinthians

A novela envolvendo Rodrigo Garro segue nos bastidores do Corinthians. Após anúncio da saída do meia, o Talleres cobra um novo valor ao Timão e impede o jogador de estrear.

Segundo apurou a reportagem da ESPN, o clube paulista teria acordado que pagaria os 5,2 milhões de dólares (cerca de R$ 25,6 milhões) em três parcelas, com a primeira sendo de 2,2 milhões de dólares.

Além disso, o Timão ainda pagaria a operação de custos no valor de 1,8 milhão de dólares. Assim, a diretoria arcou, em um primeiro momento, com 4 milhões de dólares.

Restariam, então, as outras duas parcelas, sendo a primeira de 2 milhões de dólares e a segunda de 1 milhão.

A diretoria do Talleres, porém, disse ao site UOL, que o Corinthians ainda devia cerca de 700 mil dólares do que foi negociado. Os argentinos alegam que o pagamento deveria ser líquido, enquanto os paulistas divergem e afirmam que o acordo era pelo pagamento do valor bruto.

Nesta quinta-feira (25), com o vazamento do contrato, ficou posto que o valor a ser pago deveria ser bruto, como alegam os dirigentes corintianos, mas também especifica que o clube deve pagar todos os custos de impostos - que já está incluso nos custos de operação pagos.

O Corinthians se segura no que está escrito no contrato, mas o Talleres insiste em pedir o valor líquido. Agora, o time brasileiro estuda, junto de Rodrigo Garro, ir à Fifa pedindo a liberação para estreia do meia, que está irritado por não poder atuar pelo novo clube.

O clube, porém, tem confiança de que conseguirá a liberação até essa sexta (26) para contar com o argentino contra o São Bernardo.

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