Após a eliminação da Suécia na semifinal da Copa do Mundo feminina, que veio com a derrota por 2 a 1 para a Espanha, as jogadoras suecas reclamaram da atuação da árbitra brasileira Edina Alves Batista.
As atletas questionaram o idioma falado por Edina, criticaram suas decisões e não mediram palavras contra a profissional.
''Sempre que apitava algo contra nós, não entendia nada. Não acredito que tenha nível suficiente. Não foi por isso que perdemos o jogo, mas acredito que (a arbitragem) tem de ser melhor'', disse a zagueira sueca Amanda Ilestedt.
A meio-campo Johanna Kaneryd afirmou que Edina ''ria'' das atletas suecas em campo e alegou ainda que o idioma da juíza ''ajudou'' as adversárias espanholas.
''Falava a mesma língua que as espanholas e deu muitas vantagens. Estou enojada e chateada. A árbitra riu na nossa cara. Não obtive outra resposta que não o sorriso dela'', disparou.
A Suécia reclamou de possível impedimento no primeiro gol da Espanha. O lance foi checado pelo VAR, que não viu irregularidade e validou a jogada.
''Achei que era 100% gol, mas quando você vê isso depois, você diz VAR e estamos discutindo (o lance)'', disse o treinado sueco, Peter Gerhardsson.
Agora, a classificada Espanha aguarda a outra finalista que vai sair do confronto entre Austrália e Inglaterra, nesta quarta-feira.
