A Fifa confirmou nesta quinta-feira (8) uma novidade às vésperas da Copa do Mundo feminina, que acontece entre julho e agosto, com Austrália e Nova Zelândia como sedes: todas as seleções e jogadoras receberão premiação em dinheiro.
De acordo com o modelo de distribuição planejado pela Fifa, os prêmios serão relacionados ao desempenho das equipes no Mundial. Ou seja, quanto melhor a campanha, mais dinheiro ganharão as federações e também as atletas.
A seleção campeã, por exemplo, ganhará US$ 4,29 milhões pelo título mundial, o equivalente a R$ 21,12 milhões na cotação atual. E, para cada jogadora que sair da Oceania com o título, o prêmio atingirá US$ 270 mil (R$ 1,33 milhão), independentemente se a atleta é titular ou reserva.
"O salário médio de uma jogadora profissional é de aproximadamente US$ 14 mil, o que faz com que esse inovador modelo de distribuição resulte em coisas positivas na vida e na carreira de cada uma dessas atletas", disse o presidente da Fifa, Gianni Infantino.
Veja abaixo a premiação detalhada:
Por federação
Fase de grupos - US$ 1,56 milhão (R$ 7,68 milhões)
Oitavas de final - US$ 1,87 milhão (R$ 9,21 milhões)
Quartas de final - US$ 2,18 milhões (R$ 10,73 milhões)
4ª colocado - US$ 2,455 milhões (R$ 12,09 milhões)
3º colocado - US$ 2,61 milhões (R$ 12,85 milhões)
Vice-campeão - US$ 3,015 milhões (R$ 14,84 milhões)
Campeão - US$ 4,29 milhões (R$ 21,12 milhões)
Por jogadoras:
Fase de grupos - US$ 30 mil (R$ 147 mil)
Oitavas de final - US$ 60 mil (R$ 295 mil)
Quartas de final - US$ 90 mil (R$ 443 mil)
4ª colocado - US$ 165 mil (R$ 812 mil)
3º colocado - US$ 180 mil (R$ 886 mil)
Vice-campeão - US$ 195 mil (R$ 960 mil)
Campeão - US$ 270 mil (R$ 1,33 milhão)
Cabeça de chave do Grupo F, o Brasil estreia no Mundial no dia 24 de julho, contra o Panamá. Na chave, ainda estão França e Jamaica.
