Liderado pelo diretor esportivo brasileiro Thiago Scuro, o Monaco foi o responsável pelo maior lucro líquido no último mercado de verão na Europa, tendo um encaixe de 103 milhões de euros (algo em torno de R$ 710 milhões).
O clube francês vendeu cerca de 116 milhões de euros (cerca de R$ 730 milhões), visto a saída de sete jogadores, e gastou 13 milhões de euros (R$ 81 milhões), com a chegada de apenas cinco reforços.
Novamente presente na fase de liga da Champions League, os franceses superaram outros bons vendedores, como o Bournemouth e o Brighton, da Inglaterra, o Sporting, de Portugal, e o Stuttgart, da Alemanha, entre outros.
Foram transferidos do Monaco os seguintes nomes: Ben Seghit (32 milhões de euros para o Leverkusen), Wilfried Singo (31 milhões de euros para o Galatasaray), Soungoutou Magassa (17 milhões de euros para o West Ham), Breel Embolo (13 milhões de euros para o Rennes), Saimon Bouabré (10 milhões de euros para o NEOM), Ismail Jakobs (8 milhões de euros para o Galatasaray), Chrislain Matsima (5 milhões de euros para o Ausburg) e Myron Boadu (800 mil euros para o PSV).
Por outro lado, chegaram Stanis Idumbo (do Sevilla por 10 milhões de euros) e Lukas Hradecky (do Leverkusen por 3 milhões de euros), além dos renomados Eric Dier e Paul Pogba, que estavam livres do mercado, e Ansu Fati, por empréstimo do Barcelona.
Na temporada passada (2024/25), o Monaco, já pelo segundo ano consecutivo com Scuro na diretoria, ficou na terceira colocação da Liga Francesa, atrás do campeão PSG e do vice-campeão Olympique de Marselha.
Hoje com 43 anos, Thiago Scuro, vale lembrar, começou a carreira no futebol paulista, onde ajudou a projetar o Audax, e depois passou por Cruzeiro e Red Bull Bragantino.
Segundo apurou a ESPN, o dirigente brasileiro, cujo vínculo atual com o clube francês termina em junho de 2026, trabalha para renovar contrato por mais duas temporadas (até junho de 2028).
