Brasileiro Gabriel Martinelli concedeu entrevista à ESPN Brasil e falou sobre Arsenal, Boxing Day e Cristiano Ronaldo
Gabriel Martinelli terá a oportunidade de jogar mais um Boxing Day, a tradicional rodada pós-Natal da Premier League, neste domingo (26), quando o Arsenal enfrenta o Norwich. A partida terá transmissão ao vivo e exclusiva para assinantes Star+, às 12h (horário de Brasília).
O brasileiro de 20 anos concedeu entrevista à ESPN Brasil e não escondeu a saudade que tem de casa nessa época do ano. Tenta compensar, porém, levando o máximo de familiares possíveis para a Inglaterra.
“É complicado. Eu sinto bastante falta do jantar em família que a gente faz no Natal. Não dá para trazer 100% da família para cá, sinto bastante falta disso. Sempre tento trazer bastante pessoas, o máximo que posso, para me sentir em casa”, disse.
Apesar do momento em família, Martinelli sabe que o tempo para descansar é curto. O Arsenal, por exemplo, joga neste domingo, depois novamente no dia 28, contra o Wolverhampton e já em 1º de janeiro logo contra o líder Manchester City.
“É meio corrido, um jogo atrás do outro, mas é gostoso. Nem ficamos em clima de Natal, é concentração, jogo. A comemoração fica para a família e focamos no futebol.”
Ao ser perguntado sobre qual seria o presente de Natal ideal neste fim de ano, Martinelli não teve nem dúvidas: um gol em cada jogo que fará no período de “festas”. “Sem pensar, essa é a meta”.
Um outro presente que Martinelli poderia ter ganho, porém, é a camisa de Cristiano Ronaldo, seu ídolo de infância e rival recentemente em duelo contra o Manchester United. O brasileiro admite que teve dificuldades em acreditar quando viu o português.
“Sempre falei que ele é meu ídolo, o jogador que mais admiro. No jogo, você está sempre focado. Mas ele ficou do meu lado no começo, olhei para ele e pensei: 'Nossa, é o Cristiano'. Nem acreditei. Você fica olhando por um tempo, lembra tudo que você passou, ele do seu lado, seu ídolo. Não dá nem para acreditar. Só conversamos 'oi, tudo bem?'. Era foco no jogo.”
E por que Martinelli não sugeriu ao astro dos Red Devils a troca de camisa no final da partida? Segundo ele, a culpa foi da timidez. Melhor para Bukayo Saka, que levou o “presente” para casa....
“Meu pai ficou falando para eu trocar a camisa. Mas eu sou muito tímido. Todo mundo já vai pedir a camisa para ele... Quem sabe no próximo eu não peça.”
