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Tuani afasta 'fantasma' do caminho do Avaí Kindermann e aponta ensinamento de eliminação passada

Em entrevista ao ESPN.com.br, a capitão do Avaí Kindermann, Tuani, avaliou o grupo da equipe na Libertadores Feminina e relembrou eliminação na última edição


O Avaí Kindermann começa sua caminhada na Conmebol Libertadores Feminina nesta quarta-feira (3), às 19h45 (de Brasília), contra o Yaracuyanos, partida com transmissão ao vivo pela ESPN no Star+. O desafio desta temporada é melhorar o resultado da última edição do torneio.

Na ocasião, por um ponto, a equipe acabou sendo eliminada na fase de grupos. Para 2021, porém, algo pode ser considerado parecido com o que foi em 2020: o grupo difícil logo de cara.

Para a zagueira e capitã da equipe, Tuani, porém, o ‘grupo da morte’ não é algo que deve ser o foco. Em entrevista ao ESPN.com.br, a jogadora afirmou que a preparação do time tem sido muito parecida como em outros torneios.

“Na verdade, a gente vem se preparando como a gente se prepara para jogar um Campeonato Brasileiro, como a gente se preparou para a primeira Libertadores. Nossa preparação é muito intensa, a gente procura se preparar para o que vier pela frente. Sendo grupo da morte ou não, não acredito muito nisso. Eu acho que quem faz ser difícil ou não somos nós”, disse.

“Dentro do campo, nós estamos bem-preparadas para disputar com qualquer equipe. Lógico, é uma competição diferente de ser jogada, a gente ganhou um pouquinho de bagagem com a primeira, já sabemos como funciona a competição, o que precisamos fazer melhor do que fizemos na primeira. Mas eu acho que a gente chega bem mais preparada para essa do que para a primeira”, completou.

Mas a eliminação na edição passada ensinou ao time, também. Tuani ressaltou a diferença que a Libertadores possui por ter menos jogos e, em tese, menos chance de recuperação.

“Ensina porque é uma competição diferente do que a gente está acostumada a jogar. A gente sabe que aqui todo jogo é muito importante. Não que no Brasileiro não seja, mas um Brasileiro ainda dá tempo de você se recuperar. Aqui são três jogos que você não tem muito tempo”, afirmou.

“Igual aconteceu conosco, deixamos para o último jogo e deu. É uma coisa que a gente já está na cabeça, a gente sabe o que precisa fazer no primeiro jogo, no segundo jogo. O negócio é a gente ir jogo a jogo e buscar a vitória, não deixar para o último jogo. Porque o baque foi grande, sabíamos que poderíamos ir bem mais a frente nessa competição”, finalizou.