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Rodrigo Caetano diz que juiz exagerou na súmula, detona arbitragem e dispara: 'Se tivesse VAR em 80, o Atlético teria outros títulos'

Dirigente do Atlético-MG falou em público e contestou a súmula da partida na vitória contra o Santos por 3 a 1


O Atlético-MG venceu o Santos por 3 a 1, na última quarta-feira (13), e se manteve 11 pontos à frente do Flamengo na tabela do Brasileirão. No entanto, o árbitro Paulo Roberto Alves Junior relatou ofensas na súmula da partida.

De acordo com o árbitro, o diretor de futebol, Rodrigo Caetano, deu socos e chutes na cabine do VAR durante o intervalo da partida. No dia seguinte, o cartola do clube mineiro negou as acusações e detonou a arbitragem.

"Queria deixar claro que em nenhum momento se tentou, como disse esse comentarista (de arbitragem), invasão ao VAR. Tenho muitos anos de trabalho. De forma nenhuma tenho esse tipo de atitude", disse o cartola, que completou.

"O Atlético precisou ter 4 pênaltis para que dois fossem marcados. Queremos só o mesmo critério, defendemos o VAR sempre. Se ele existisse na década de 70, 80, o Atlético teria outros títulos na sua coleção. O VAR deveria ter chamado no pênalti do Zaracho", afirmou.

"Nossa indignação é grande sobre o que aconteceu, mas longe do que foi relatado na súmula e iremos contestá-la. Peço que não haja julgamento em relação ao que foi escrito, pois irá denegrir nossa imagem de profissional e também a do clube", finalizou.

O Atlético-MG agora se prepara para enfrentar o Atlético-GO, domingo, às 18h15, fora de casa. Por outro lado, o Flamengo recebe o Cuiabá, no mesmo dia, às 20h30.