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Veja por que o Palmeiras não aceitou negociar estrelas da base com clubes da MLS

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Jean Carlos relembra tempos de Palmeiras, diz que 'parava para assistir' Marcos Assunção cobrar faltas e cita inspiração em Valdivia: 'Qualidade sensacional' (1:32)

Atleta conversou com exclusividade com o ESPN.com.br (1:32)

Na última semana, o Palmeiras viu duas revelações receberem propostas do futebol dos Estados Unidos, mas ambas não caminharam. Gabriel Silva, atacante que chegou a figurar no time principal no Campeonato Paulista, e Wesley, este garantido entre os profissionais e com espaço nas mãos de Abel Ferreira, estiveram na mira da MLS.

Porém, o Palmeiras recusou a oferta por ambos, mesmo que, somadas, as negociações pudessem render até R$ 46,5 milhões aos cofres. A explicação para o 'não' do clube paulista é o valor.

O ESPN.com.br apurou com fontes ligadas à diretoria que não é intuito do Alviverde simplesmente vender os ativos, mas conseguir grandes negociações que de fato 'resolvam' o futuro financeiro do clube nos próximos anos.

Muito por conta dos impactos causados pela pandemia da COVID-19 nas finanças dos clubes, o Palmeiras encontrou na venda de alguns atletas a solução para manter o salário em dia do elenco. Nomes como Emerson Santos, Erik, Arthur Cabral, Bruno Henrique deram um certo 'alívio' ao clube.

Neste momento, a diretoria aguarda grandes propostas por ativos como Gabriel Menino, Danilo, que é alvo do Manchester City para o futuro, Patrick de Paula, Wesley, Renan e outros, mas que sejam ofertas irrecusáveis ou que de fato façam o Palmeiras ir à mesa de negociações.

Pelos valores apresentados pelos times da MLS, U$S 2,5 milhões por Gabriel Silva, U$S 6,5 milhões de dólares do Seattle Sounders por Wesley, o Palmeiras sequer realiza uma contraproposta e apenas informa que não interesse em vender por este montante.

A expectativa da diretoria é que ao menos duas das joias do clube sejam negociadas nos próximos meses e que deem um o retorno esperado financeiramente ao Palmeiras.