Nesta sexta-feira, Lionel Messi colocou fim à "novela" mais quente do futebol mundial e confirmou que seguirá no Barcelona para a temporada 2020/21.
Em entrevista ao site Goal, o argentino reclamou muito da postura do presidente blaugrana, Josep Maria Bartomeu, e também rebateu as pessoas que "duvidaram" de seu "barcelonismo".
Em tom de desabafo, ele reclamou da imprensa por "publicações falsas" e criticou o meio do futebol.
"Do meu lado estiveram as mesmas pessoas de sempre. Isso me basta e me fortalece. Mas me senti mal por coisas que escutei das pessoas, do jornalismo, de pessoas colocando em dúvida meu barcelonismo e dizendo coisas que acho que eu não merecia. Isso também serviu para ver quem é quem", afirmou.
"Esse mundo do futebol é muito difícil e tem muita gente falsa. Isso tudo que aconteceu serviu para reconhecer muita gente falsa por quem eu tinha consideração. Doeu muito quando duvidaram do meu amor por este clube. Por mais que eu vá embora ou que fique, meu amor pelo Barcelona não vai mudar nunca", acrescentou.
"Doeu muito que publiquem coisas contra mim, mas, sobretudo, que se publiquem coisas falsas. Que se chegasse a pensar que poderia ir na justiça contra o Barça para poder me beneficiar. Nunca faria algo assim", assegurou.
"Repito, queria ir e estava no meu direito, porque o contrato me permitia. E não é 'vou e pronto'. Era vou e me custaria muito. Queria sair porque pensava em ser feliz nos meus últimos anos de futebol. Neste último não encontrei a felicidade no clube", finalizou.
De toda forma, Messi seguirá no Barcelona para sua "última dança" na temporada 2020/21, sob o comando do holandês Ronald Koeman.
No entanto, ele não deve ter a companhia de um de seus melhores amigos, o atacante uruguaio Luis Suárez, que está de malas prontas para jogar na Juventus.
