O Manchester City já tem um plano para tentar convencer Lionel Messi a mudar-se do Camp Nou para Etihad Stadium, mas, entre tantas questões em aberto, há uma que pode deixar muitos torcedores divididos: o número na camisa.
O argentino fez tanta história com a camisa 10 do Barcelona que está vinculada com ela até a eternidade, como acontece com Pelé pelo Santos até os dias de hoje. Mas na equipe de Manchester o dono dela é o argentino Sergio Aguero.
Será que ele abriria mão para alegrar o compatriota?
Sem resposta para essa pergunta, o jornal “Manchester Evening News” listou nesta quarta-feira (26) os números que estão vagos no time e que poderiam ser escolhidos por La Pulga, caso ele assine com o City.
A publicação aponta apenas três números vagos de 1 a 11: 3, 4 e 6. No entanto, são números que têm pouca relação com o que o craque argentino faz em campo. Tradicionalmente são usados por nomes que jogam na defesa.
Depois da camisa 11, Messi tem mais opções disponíveis, mas a publicação afirma que é difícil imaginar um dos melhores da história do futebol com qualquer uma delas., defendendo que ele receba a 10 de Aguero.
Os números livres são 13, 15, 18, 18, 21, 24, 28 e 29.
De todas essas, Messi já teve intimidade com a 15, número que usou na conquista da medalha olímpica nos Jogos de 2008, em Pequim, quando atuou ao lado de Aguero e Zabaleta.
A camisa 18 também já foi usada pelo argentino, ao estrear na seleção de seu país, mas a 19 é mais “a cara” de Messi. Segundo a publicação, foi o número dele no Barça quando foi promovido ao time profissional e antes de assumir a 10.
Em relação aos outros números, a publicação faz mais duas ressalvas. A camisa 24 poderia ser escolhida porque Messi faz aniversário em 24 de junho e a 30 por ter sido um dos números que ele usou no início da carreira, antes de ser o astro que é.
Certamente escolher a camisa não é o maior problema de Messi e City neste momento. Não se passaram nem 24 horas que divulgou que não deseja prosseguir no Barcelona. Descontente com a direção, quer sair já nesta janela de transferências.
Difícil dizer se a negociação vai se concretizar, afinal o City também sofre o impacto financeiro da COVID-19, o que torna difícil imaginar a equipe bancando os 700 milhões de euros (R$ 4,5 bilhões) previsto na cláusula de rescisão entre Barça e Messi.
