Nesta quinta-feira, o advogado de Ronaldinho, Adolfo Marin, concedeu entrevista coletiva na saída do ídolo brasileiro da delegacia e explicou a situação que o ex-jogador está atravessando no Paraguai.
"Obviamente, Ronaldinho tomou a decisão de estar no Paraguai e se submeter ao procedimento que o Ministério Público decida e que ele tenha que passar por", explicou.
Ronaldinho e Assis, seu irmão e representante, foram convocados a depor pela polícia paraguaia após serem flagrados com documentos paraguaios falsificados. Adolfo comentou a situação.
"Nós recomendamos que ele prestasse depoimento porque entendemos que não existe nenhum tipo de conduta ilícita por parte dele. O que temos que analisar é o que falaram para Ronaldinho em relação a necessidade desse documento, sabendo que ele poderia usar apenas o documento brasileiro".
"Ronaldinho, nos negócios e em suas atividades particulares, assim como seu irmão (Assis) que é seu representante, é uma pessoa que não é muito concentrado nas questões legais do que faz, até onde sabemos ele vinha ao Paraguai para o lançamento de um livro e era isso", finalizou.
O advogado também comentou que Ronaldinho não recebeu nenhum tratamento especial por conta de ser a figura pública que é e também falou que o brasileiro, por enquanto, não pode retornar ao Brasil.
