Assim como foi em Lima, na final da Copa Libertadores, o Flamengo enfrentava muita dificuldade para superar seu adversário até que a entrada de Diego Ribas mudou a cara da equipe e o rumo do jogo.
Após a vitória por 3 a 1, de virada, sobre o Al Hilal, da Arábia Saudita, na semifinal do Mundial de Clubes, Jorge Jesus fez muitos elogios ao camisa 10.
"Diego, nesta altura crítica das decisões, tem sido um jogador fundamental para a equipe do Flamengo. Tem criado condição não só física, como técnica e tática. Hoje, diferente de Lima, já tinha falado que se preciso ia lançá-lo ao jogo, se precisássemos de um volante com essas características e Gerson não estava fazendo um bom jogo", disse na entrevista coletiva.
"Quando eu vi o Al Hilal, que eu sabia que ia desmontar taticamente na segunda parte e, quando isso acontece, tem desmonte físico porque essa história do físico nunca é 100% físico, é tático primeiro. Como existiam jogadores lá que eu conhecia, como Carlos Eduardo, senti que não precisava de um jogador que ficasse tanto e o Diego proporcionou que a bola chegasse mais e melhor para os nossos atacantes e o primeiro gol é uma jogada coletiva brilhante e, então, as coisas começaram a se encaixar naturalmente", finalizou.
O técnico português também falou sobre a final do próximo sábado, a qual ele prefere "não escolher adversário" e a importância do jogo para sua carreira.
"Se nós, como o Bruno Henrique diz, quisermos nos colocar em outro patamar - já estamos em um patamar superior aos outros - mas o patamar de uma final de Mundial, claro que é o jogo mais importante da minha carreira de treinador e do outro treinador que for a final. É claro que, se for o Liverpool, o técnico (Klopp) já foi campeão de uma Champions. A Champions é importante, mas o Mundial vai ser cada vez mais importante e mais difícil", analisou.
"É a cereja no topo do bola da temporada que o Flamengo fez, aconteça o que acontecer vai ser uma final incrível, a mais importante da minha carreira", finalizou.
