Seleção Brasileira bate recorde da geração de Pelé e vai à Copa do Mundo como 'campeã' de remanescentes; veja nomes

A Seleção Brasileira nem precisa ir a campo para bater um recorde histórico antes da Copa do Mundo de 2026. A delegação desembarcou em Nova Jersey nesta terça-feira (2) e vai usar a cidade como base durante toda a campanha.

Dos 26 jogadores chamados por Carlo Ancelotti, 15 são remanescentes da equipe que representou o Brasil em 2022, ainda sob comando de Tite. Nunca a Seleção manteve uma base tão grande de uma Copa para a outra.

Até este ano, o recorde pertencia à geração de Pelé e Garrincha. Campeã na Suécia em 1958, a Seleção manteve 14 nomes para disputar e ganhar o bi quatro anos mais tarde, na Copa de 1962, disputada no Chile.

Desde então, o máximo que o Brasil levou de um Mundial a outro foram dez jogadores, em duas Copas diferentes: de 1990 para 1994 e de 2002 para 2006.

O grupo mantido por Ancelotti é formado pelos goleiros Alisson, Ederson e Weverton, pelos laterais Danilo e Alex Sandro, pelos zagueiros Marquinhos e Bremer, pelos volantes Casemiro, Bruno Guimarães e Fabinho, pelo meia Lucas Paquetá e pelos atacantes Neymar, Raphinha, Martinelli e Vinicius Jr..

Dos 15 remanescentes aos 11 estreantes na Copa, todos esperam que o resultado para 2026 seja bem diferente.

Veja o número de remanescentes de cada Copa na Seleção:

  • De 1930 para 1934 - 1

  • De 1934 para 1938 - 4

  • De 1938 para 1950 - 0

  • De 1950 para 1954 - 6

  • De 1954 para 1958 - 5

  • De 1958 para 1962 - 14

  • De 1962 para 1966 - 6

  • De 1966 para 1970 - 6

  • De 1970 para 1974 - 8

  • De 1974 para 1978 - 5

  • De 1978 para 1982 - 9

  • De 1982 para 1986 - 7

  • De 1986 para 1990 - 7

  • De 1990 para 1994 - 10

  • De 1994 para 1998 - 7

  • De 1998 para 2002 - 6

  • De 2002 para 2006 - 10

  • De 2006 para 2010 - 8

  • De 2010 para 2014 - 5

  • De 2014 para 2018 - 6

  • De 2018 para 2022 - 9

  • De 2022 para 2026 - 15

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