A final da Libertadores da América só acontecerá em 23 de novembro, mas as provocações já começaram entre River Plate e Flamengo.
Do lado argentino, o presidente Rodolfo D'Onofrio até elogiou ao dizer que o time carioca é uma "equipe enorme", mas não deixou de alfinetar.
"Não me esqueço do que aconteceu contra o Emelec", afirmou, sem dar detalhes e relembrando os confrontos das oitavas de final, no qual o Flamengo perdeu por 2 a 0 na ida, fora de casa, e só avançou após vencer a volta pelo mesmo placar e levar a melhor na disputa de pênaltis, no Maracanã.
D'Onofrio também ressaltou a diferença financeira entre River e o clube brasileiro, classificada por ele como "abismal".
"Eles cobram R$ 200 milhões de televisão, e nós só cobramos R$ 12 milhões", disse o mandatário dos Millonarios em entrevista à rádio argentina La Red.
"É um grande rival pela frente, pela forma como as duas equipes jogam, será uma final linda", completou.
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A decisão será no Estádio Nacional, em Santiago, mas pode ser disputada no Paraguai por conta do clima tenso no país andino, que vive onda de manifestações que teve como motivador inicial o aumento de tarifas no transporte público.
